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Mostrando postagens com o rótulo Cinema Paraense

#CABANAGEM “Coletivo de realizadores estreia filme no Entroncamento”

Coletivo de realizadores e produtores audiovisuais promete ocupar com arte e política o Memorial da Cabanagem nesta sexta, 17 de agosto, no bairro do entroncamento, durante a estreia do filme “Memorial da Cabanagem”. Resultado de oficinas de caráter pedagógico e de compartilhamento crítico, o filme “Memorial Da Cabanagem” foi realizado por dezenas de pessoas que participaram de cinco projetos coletivos, que vem sendo desenvolvidos há três anos pelo produtor, realizador, documentarista, cineclubista, professor, poeta e músico Mateus Moura. Além da estreia do documentário de produção coletiva “Memorial da Cabanagem”, acontecerão rodas de conversa, performances, ritos, transmissões, batucadas e muitas manifestações. Mateus informa que serão parceiros da manifestação, o Cineclube Amazonas Douro, Idade Mídia, Produtores Criativos, Subversiva Produções, e todos e todas que aparecerem. SERVIÇO: Estreia do Filme MEMORIAL DA CABANAGEM. Criação Coletiva. 17 de agosto, a partir das 17H. Loc...

#QUILOMBO “Comunidade do América recebe Negro FICCA dia 8 de Dezembro”

A itinerância da Mostra NEGRO FICCA começa nesta sexta-feira (8/12), na comunidade remanescente quilombola do América, em Bragança do Pará. Há três anos, a Associação da comunidade é parceira do FICCA - Festival internacional de Cinema do Caeté. A Mostra Negro FICCA é organizada a partir de filmes de realizadores negros e/ou de temáticas a partir da arte e da resistência negra, e que venceram prêmios e/ou participaram do FICCA. Abertas ao público, com participação e comentários dos realizadores Danilo Gustavo Asp e Francisco Weyl, e Rosilene Cordeiro, a Mostra é uma realização da Casa África-Brasil, em parceria com o FICCA, e Departamento de Antropologia da UFPa. Quatro filmes sobre comunidades e movimentos artísticos e sociais da resistência negra compõem o NEGRO FICCA. Entre estes, o premiado curta “Samba de Cacete: Alvorada Quilombola” (André dos Santos e Artur Arias Dutra – PA, 26 Min, 2016); Equidade Racial (Danilo Gustavo Asp – PA, 33 Min), vencedor do prêmio Juri Popular FI...

#ZUMBI “Mostra de cinema encerra atividades da consciência negra no Quilombo do América”

A Mostra NEGRO FICCA já está agendada para o dia 8 de Dezembro na Comunidade Remanescente de Quilombo do América, em Bragança do Pará.  A Associação da comunidade é parceira do Festival internacional de Cinema do Caeté. Organizada a partir de filmes de realizadores negros e/ou de temáticas a partir da arte e da resistência negra, e que venceram prêmios e/ou participaram do FICCA, a Mostra começa a sua itinerância por Belém (UFPa), dias 29 e 30/11. Abertas ao público, com participação e comentários dos realizadores Danilo Gustavo Asp e Francisco Weyl, e da atriz Rosilene Cordeiro, a Mostra tem data marcada para ocorrer no próximo dia 8 de Dezembro, no Quilombo do América. Realização da Casa África-Brasil, em parceria com o FICCA, e o Departamento de Antropologia da UFPa, a mostra apresenta filmes sobre comunidades quilombolas, movimentos de resistência, e arte negra. O curta “Gapuiando - Identidades e saberes do Rio-Mar de Abaeté” (Francisco Weyl - PA - 26 Min ) abrirá a program...

#CINEMA "Mostra reúne autores negros e temáticas a partir da arte e da resistência negra"

Há mais relações entre Brasil e África do que possa imaginar a nossa vã filosofia. Nas fronteiras entre estes dois “mundos”, observamos diversos e complexos processos, e fenômenos. Desde a Irmandade dos Homens Pretos da Ribeira Grande da Ilha de Santiago (Cabo Verde) até a Irmandade de São Benedito (Bragança). Desde os “rabelados” cabo-verdianos aos povos remanescentes de quilombos amazônidas e paraoaras-caeteuaras.  Desde a ascensão até a queda da política de expansão pombalina em África e Brasil. Desde a fundação da Companhia do Grão Pará e Maranhão (1755) até a “Viradeira” (1778). Com o desaparecimento da documentação brasileira da Companhia, entretanto, perderam-se informações de fins do século XVIII e início do século XIX. Mas ninguém duvida que a mão-de-obra, o conhecimento, e a cultura negra, tiveram importância e influenciaram no desenvolvimento da economia na Região Amazônica. A história da escravidão no Pará, de acordo Vicente Sales (2005), tem a marca da r...