“Matar bandido que mata polícia é cometer outro crime e não solucionar nenhum dos dois” (Carpinteiro de Poesia)
Compreendo as adversidades e complexidades dos cenários das operações policiais, mas, normalmente, quem mata polícia, trabalha para o crime organizado, dentro do qual, atuam milicianos agregados a prestadores de serviços de segurança em geral, e/ou ex-policiais, e/ou ex-agentes de segurança, que se auto-organizam, e/ou que são "contratados" - para executar estes tipos de crimes pelo qual são financiados e em nome do qual (individualmente),o assassino "cresce" de status, dentro de seu grupo, e no espectro mítico da "bandidagem", fazendo seu nome ser projetado como um matador especial. Atacados, o instinto de vingança e o espírito da corporação militar são logo despertados, gerando-se uma onda de matanças principalmente nas periferias, onde habitam pessoas excluídas de direitos sociais e econômicos, entretanto, matar um assassino (de polícia) como resposta, é um equívoco, na medida em que se elimina uma fonte pela via da qual se poderia chegar aos dema...