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Mostrando postagens com o rótulo Amazônia

#CULTURA “Aroldo Pedrosa é candidato a conselheiro no segmento da literatura no Amapá”

Escritor, poeta, compositor, produtor cultural e jornalista, Aroldo é um guerrilheiro cultural latino-americano, agora, em campanha para se tornar conselheiro no segmento da literatura no Amapá. As inscrições encerraram dia 26 de abril, e as eleições ocorrem dia 26 de Maio. Cerca de 80 pessoas – entre escritores, dramaturgos, poetas, contadores de histórias e declamadores do Amapá – estão cadastrados para votar. De acordo com o poeta, sem verdadeira participação e envolvimento de todos, não se pode caminhar ou chegar a lugar nenhum: “Estamos mais que nunca juntos”, afirma. Aroldo ganhou o nome dos pais, nordestinos (o pai José, de João Pessoa, Paraíba, e a mãe, Maria, de Juazeiro do Norte, Ceará). Foi o penúltimo filho de uma família de 11 irmãos, mas o primeiro nascido na Amazônia, na cidade de Macapá, Amapá. Era muito menino ainda quando a literatura, ao lado da música popular brasileira, tocou o seu coração. Estudante do Colégio Amapaense com 12 anos de idade, aluno ...

CINEMA SEM FRONTEIRA

O Festival Internacional de Cinema do Caeté – FICCA, terá a sua quarta edição sediada na Escola Superior Artística do Porto, que recebe e apoia o evento, idealizado e organizado por Francisco Weyl, cidadão brasileiro formado pela Instituição (2001). As inscrições dos filmes que concorrerão à seleção no IV FICCA, serão realizadas até o dia 14 de Outubro de 2018. Quem estiver interessado em concorrer deve acessar ficcafestival.blogspot.com, ler o Regulamento, preencher a ficha de inscrição, e a encaminhar para ficcacinema@gmail.com . O certame decorre entre os dias 10 e 12 de Dezembro de 2018, no auditório da ESAP. A campanha de financiamento coletivo para a realização do festival também já está no ar. E para colaborar basta acessar https://www.catarse.me/festival_de_cinema_amazonico_no_porto_a8d6 e dizer o valor do apoio. © Francisco Weyl Cineclube Amazonas Douro / Festival Internacional de Cinema do Caeté

Memórias Cineclubistas Amazônidas II

A experiência da troca de conteúdos e vivências proporcionada pela participação nos DIÁLOGOS CINECLUBISTAS – A fala das práticas - Relatos de experiências e rodas de diálogos, evento livre, democrático e independente, realizado nos dias 17, 18 e 19 de agosto de 2009 em locais onde eram desenvolvidas as mais diversas praticas cineclubistas em Belém e em Ananindeua, trouxe para os seus participantes a certeza de que o CINECLUBE é um espaço de construção de aprendizados e diálogos democráticos e necessariamente uma ferramenta educativa capaz de formar consciências e culturas poéticas e visuais, pelas quais o ser humano pode vir a criar e a produzir um novo pensamento, assim como a arte na sua plenitude política e libertária. Este vídeo relata um dos três encontros realizados, com a presença de Arthur Leandro, Francisco Weyl, Gisele Vasconcelos, Isabela do Lago, Bruna Suelen, Mateus Moura, Miguel Haoni, e Carlo Rômulo, no Atelier Corredor Polonês, em 2009.

Memórias Cineclubistas Amazônidas I

A experiência da troca de conteúdos e vivências proporcionada pela participação nos DIÁLOGOS CINECLUBISTAS – A fala das práticas - Relatos de experiências e rodas de diálogos, evento livre, democrático e independente, realizado nos dias 17, 18 e 19 de agosto de 2009 em locais onde eram desenvolvidas as mais diversas praticas cineclubistas em Belém e em Ananindeua, trouxe para os seus participantes a certeza de que o CINECLUBE é um espaço de construção de aprendizados e diálogos democráticos e necessariamente uma ferramenta educativa capaz de formar consciências e culturas poéticas e visuais, pelas quais o ser humano pode vir a criar e a produzir um novo pensamento, assim como a arte na sua plenitude política e libertária. Este vídeo relato um momento histórico, em que o militante afro-religioso Arthur Leandro entrevista o Carpinteiro de Poesia, na sede do Instituto Nangetu, em 2009.

Memórias Cineclubistas Amazônidas III

A experiência da troca de conteúdos e vivências proporcionada pela participação nos DIÁLOGOS CINECLUBISTAS – A fala das práticas - Relatos de experiências e rodas de diálogos, evento livre, democrático e independente, realizado nos dias 17, 18 e 19 de agosto de 2009 em locais onde eram desenvolvidas as mais diversas praticas cineclubistas em Belém e em Ananindeua, trouxe para os seus participantes a certeza de que o CINECLUBE é um espaço de construção de aprendizados e diálogos democráticos e necessariamente uma ferramenta educativa capaz de formar consciências e culturas poéticas e visuais, pelas quais o ser humano pode vir a criar e a produzir um novo pensamento, assim como a arte na sua plenitude política e libertária. Este vídeo relata o exato momento da fala do Carpinteiro de Poesia, sobre o Cineclube Amazonas Douro, no CEPEPO, que sediou um dos três encontros cineclubistas, em 2009.

#CASAVELHA "Os contemporâneos marambaios, marambaicos (Carpinteiro de Poesia)"

(Reflexão sobre arte, intervenção e resistência urbana e periférica em Belém do Pará) Uma ou umas determinadas ou indeterminadas falas das periferias, no plural, embora seja o espaço aqui dialogado, singular, vai circular no centro das ações culturais da Cidade, velha pela sua própria natureza, bairro que sendo central, é também periférico, mas onde convivem, entretanto, muito bem distribuídos, na sua geopolítica, casebres de drogados e mansões de classe media, no ir e vir congestionado de uma periferia que corre e socorre mas sufoco o centro porque irradia uma tradição nômade, de carnavais e de resistência, desde os tempos tupinambás, apesar de que agora soterrados por uma politica neoclássica que viabiliza a pedagogia clerical em detrimento de uma participação social, que se limita ao acesso ao rio, traduzido em passeio turístico e festivo sem vinculo com a realidade, muito além de periférica, violenta, da qual muito se fala, e a qual muito se teme ,no que se iguala a Marambal...

#REGATÃO "Imagens inéditas do Mestre das rodas de Carimbó do Pacoval (Soure)."

Dez anos após vencer o prêmio Residências artísticas em pontos de cultura com o "Resistência Marajoara", o coordenador do projeto, Carpinteiro de Poesia Francisco Weyl, retira do fundo do baú imagens de sua pesquisa de campo a qual desenvolveu em parceria com artistas como Isabela do Lago,   no Marajó, mais exatamente nos municípios de Soure, Cachoeira do Arari e Ponta de Pedras. Nestas imagens catadas pelos alunos do projeto, "Regatão" mostra porque era considerado o Mestre de Carimbó de Soure.

#CONTO “A utopia literária nas margens de Sid Quaresma”

Quase ninguém mais se dedica à leitura, mas ninguém duvida que ela é importante no desenvolvimento cultural, a despeito da ignorância, e da brutalidade de nosso tempo. A publicação de um livro, nesse sentido, é algo que se deve comemorar com alarde. E quando este livro é inédito, então, nem se fala. Por isso mesmo, o lançamento de “Nas margens”, ocorrerá entre os amigos mais próximos das inquietações existenciais e literárias do autor. A obra é resultado da conquista do Prêmio Seiva, da Fundação Cultural do Pará (2017). “Esse é um livro feito por mim, no calor de uma rotina apertada, pretendo também que seja representativo de uma geração, que se formou no compartilhamento de leituras, e ideias, galera subversiva, que ria dos donos de livrarias, pois mesmo não tendo nenhum dinheiro - a não ser o da cachaça ordinária - fez circular a fina-flor da literatura e da filosofia”, revela. E o lugar de lançamento não poderia ser mais apropriado, a casa de sua mãe, na Passagem São Se...

A viagem (Por © Teyrò Kàrpyn)

... ir até lá faz parte de um trabalho espiritual que estou a fazer para fortalecer esta conexão com as forças do sagrado, que nos protegem, e fazem a nossa volta um circulo de luz, e inundam nosso coração com esta luz maior, que é o amor à vida, e a existência das coisas boas em nós, para que sejamos humildes, e saibamos construir o perdoar, e o doar, e reconhecer nossos erros, em nome do amor, emanar a energia do amor, e a sua energia receber, é um tratamento que faço com amor, porque acredito que o amor vai me curar, mas farei ainda o trabalho do corpo, caminhar, e o da alimentação, o jejum, beber menos, e fumar menos ainda, para quando eu fizer esta travessia, eu já tenha abandonado também alguns eus que já não mais me pertencem, e retornar a outros eus que sempre estiveram em mim e que por qualquer motivo eu me afastei deles ou eles mesmos se desprenderam de minha corporeidade ... © Teyrò Kàrpyn

#GOLPE “Todos somos Lúcio Flávio Pinto” (Opinião do Carpinteiro de Poesia)

Eu concordo com Lúcio Flávio Pinto e não vejo sentido nesta disciplina sobre o Golpe. Penso que a análise histórica pertinente a este momento brasileiro poderia ser diluída nos programas de disciplinas cujas temáticas dialogassem com a questão histórica ou social. Jamais defendi a inclusão de disciplinas como solução dos problemas curriculares brasileiros, nem mesmo da Arte, que é o meu métier. O Golpe não é disciplina, mas curso livre, uma moda que se espalhou pelo país a partir do sul-sudeste, que sempre determina a pauta nacional, considerando menores as grandes questões amazônidas, as quais jamais priorizam em quaisquer esferas, institucional, política, educacional, audiovisual, etc. Afinal, para estes “pensadores”, o Norte não produz conteúdos. E há quem por estas bandas se aproveite disso. Mas, sobre a desnecessidade desta disciplina, sobre o golpe, portanto, não nego que o assunto seja de interesse acadêmico e intelectual, mas não o romantizo a ponto de colocá-lo no cent...

#CARPINTARIA “O Cinema e a antropologia dos i-marginários amazônidas” (Por Francisco Weyl)

Porque, um texto, é como a ponta de um iceberg, a maior parte do gelo fica dentro da gente, essas viagens, conhecer estes lugares, vivenciar, ainda que muito rapidamente, estas realidades, e pessoas, tudo isso nos toca imensamente, nesse momento, se eu pudesse dizer que o eu sinto, mas que mesmo sem conseguir eu insisto em (d)escrever, sinto-me como uma bomba de sentimentos múltiplos, a explodir, em estado de criação, entre o animal, e o cosmológico, jamais humano... “Sob as distâncias amazônidas” (Para Tião Viana, João Alberto Capeberibe e José Varela) Muitas pessoas até percorreriam tranquilamente as cidades de Rio Branco e Epitaciolância (Acre), Santarém (Suruacá), Altamira, Rondon do Pará, Abel Figueiredo, Marabá, Ilha das Cinzas – em Gurupá (Pará), Macapá (Amapá), e Anori (Amazonas), entretanto, muito poucos atravessariam diversos municípios amazônidas, com o objetivo de produzir/ realizar um documentário, revezando-se nos papéis de motorista, assistente de...

#I-MARGEM “Poema sob as distâncias Amazônidas” (Por Carpinteiro de Poesia)

Quantas são as distâncias? E as estradas? Que separam estes povos? Quantos quilômetros temos de percorrer Por entre rios, Florestas? Para que todas estas culturas Renasçam em nosso sangue. E estes olhos de meninas E meninos? O que nos indagam? E por que as respostas Silenciam em nossas bocas? Acre, Xapuri, Capixaba, Assis Brasil, Até o Peru, pela Via do Pacífico. Estas redes, para nós, tem um significado: A união panamazônica De nossa grande mãe. Há sim a diversidade Quando nos é adversa. Tudo tão perto mas sempre longe Numa diáspora de irmãos Em paisagens. Estamos sempre a caminho De um para outro lugar. Nas redes organizamos um Novo modus social E assim nos permitimos a pensar Nossas práticas. Ao refletir sobre elas Nós as solidificamos. Mas ao mesmo tempo as fragilizamos Pois que são voláteis, Jamais permanentes. Tudo mudo o mundo. E queremos sim mudar O estado das coisas. A começar por nós próprios, Pelo ...