Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Arte Contemporânea

#Com -TEMP (l) O/Ação "Primeiro ponto da linha de Ogum"

Ana Tinoco & Francisco Weyl homenageiam OGUM, em um projeto artístico, com obras de arte, instalação, performance, videoarte, e interferências poesó­ficas . Com -TEMP (l) O/Ação (do EXERCITOgum) Contemplar o Templo da Arte no Tempo da Ação Contemplação evoca passividade, deixar-se estar, a “ver”, sem interceder e/ou in­terferir - ver com os olhos -, numa pureza que remete à serenidade, mas que é re­-significada, por entre as fissuras que se abrem quando separamos/recompomos/justapomos alguns de seus caracteres, dos quais resultam quatro conceitos - em sintonia: COMUNHÃO + TEMPO + TEMPLO + AÇÃO, e que, a partir de um processo espiralar - e rizomático, retornam ao seu repouso inicial, ao ato de contemplar, em si mesmo, no interior da condição humana, e, além de sua plenitude, na circulari­dade de um contato com o espiritual, que consiste no ato de re-criar: Com - TEMP (l) O/Ação EXERCITOgum é uma palavra composta. Unifica o termo EXERCITO (Declina-se Exército,...

#RONY "A preguiçosa história do macunaímico Capitão Açaí"

CAPITÃO AÇAÍ é um anti-herói macunaímico criado pelo cartunista Ronaldo Rony, paraense radicado em Macapá, Amapá, e que retornou ás suas origens, na Marambaia, bairro periférico, para lançar o Fanzine deste personagem cujos poderes advém de uma cuia de açaí, entretanto,ao contrário de salvar as vítimas, ele sente preguiça e deixa os algozes escaparem. Rodado em 2014, mas montado em 2018, este documentário do Realizador Francisco Weyl (autodenominado Carpinteiro de Ogum) revela a afetividade de um grupo de amigos que faz cultura e resistência popular em uma encontro numa noite por eles considerada histórica e nirvânica.

#DOCUMENTÁRIO "O professor do Xingu"

Documentário da Série Vozes do Xingu, realizado no âmbito do projeto “Memórias de trabalho e de vida frente à construção de Belo Monte”, e que, sob a coordenação da professora Elizabete Lemos Vidal, da Universidade Federal do Pará, apresenta depoimentos de moradores da Volta Grande do rio Xingu, atingidos pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.

#DOCUMENTÁRIO "O barqueiro do Xingu"

Documentário da Série Vozes do Xingu, realizado no âmbito do projeto “Memórias de trabalho e de vida frente à construção de Belo Monte”, e que, sob a coordenação da professora Elizabete Lemos Vidal, da Universidade Federal do Pará, apresenta depoimentos de moradores da Volta Grande do rio Xingu, atingidos pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.

#DOCUMENTÁRIO "O pescador do Xingu"

Documentário da Série Vozes do Xingu, realizado no âmbito do projeto “Memórias de trabalho e de vida frente à construção de Belo Monte”, e que, sob a coordenação da professora Elizabete Lemos Vidal, da Universidade Federal do Pará, apresenta depoimentos de moradores da Volta Grande do rio Xingu, atingidos pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.

#DOCUMENTÁRIO "As trabalhadoras do Xingu"

Documentário da Série Vozes do Xingu, realizado no âmbito do projeto “Memórias de trabalho e de vida frente à construção de Belo Monte”, e que, sob a coordenação da professora Elizabete Lemos Vidal, da Universidade Federal do Pará, apresenta depoimentos de moradores da Volta Grande do rio Xingu, atingidos pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.

"DOCUMENTÁRIO "Os pescadores do Xingu"

Documentário da Série Vozes do Xingu, realizado no âmbito do projeto “Memórias de trabalho e de vida frente à construção de Belo Monte”, e que, sob a coordenação da professora Elizabete Lemos Vidal, da Universidade Federal do Pará, apresenta depoimentos de moradores da Volta Grande do rio Xingu, atingidos pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.

#DOCUMENTÁRIO "A poeta do Xingu"

“Filme da Série Vozes do Xingu, realizado no âmbito do projeto “Memórias de trabalho e de vida frente à construção de Belo Monte”, e que, sob a coordenação da professora Elizabete Lemos Vidal, da Universidade Federal do Pará, apresenta depoimentos de moradores da Volta Grande do rio Xingu, atingidos pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.

#CASAVELHA "Os contemporâneos marambaios, marambaicos (Carpinteiro de Poesia)"

(Reflexão sobre arte, intervenção e resistência urbana e periférica em Belém do Pará) Uma ou umas determinadas ou indeterminadas falas das periferias, no plural, embora seja o espaço aqui dialogado, singular, vai circular no centro das ações culturais da Cidade, velha pela sua própria natureza, bairro que sendo central, é também periférico, mas onde convivem, entretanto, muito bem distribuídos, na sua geopolítica, casebres de drogados e mansões de classe media, no ir e vir congestionado de uma periferia que corre e socorre mas sufoco o centro porque irradia uma tradição nômade, de carnavais e de resistência, desde os tempos tupinambás, apesar de que agora soterrados por uma politica neoclássica que viabiliza a pedagogia clerical em detrimento de uma participação social, que se limita ao acesso ao rio, traduzido em passeio turístico e festivo sem vinculo com a realidade, muito além de periférica, violenta, da qual muito se fala, e a qual muito se teme ,no que se iguala a Marambal...

#PESQUISA "Cenas poéticas da Marambaia"

Ainda procuro as memórias impessoais de uma Marambaia diaspórica, a qual, não sendo mais aquela Marambaia dos acontecimentos aqui emergidos pelas falas e pelas imaginações de seus poetas, ainda (se) reflete às cenas poéticas daquela velha Marambaia, como se, entretanto, ela própria suportasse o fardo da humanidade às costas. E quando eu vejo e escuto um andarilho, levezinho assim como um passarinho que escapou recentemente ao seu ninho em direção à liberdade, eu sinto que com ele eu posso dialogar. Assim, então, eu aprendo o seu método, as suas andanças, seus voos rasantes, sua fome, seu esbater de asas, suas baladas pelas baladeiras das meninadas. © Carpinteiro