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Mostrando postagens com o rótulo FICCA

#CAETÉ “Conheça o Rio em cujas águas nasceu o FICCA”

Ka'aeté é uma palavra de origem Tupy que significa mata virgem, densa: “ka'a”, mata; “eté”, verdadeira (NAVARRO, 2013, 550). No Século Sec. XVI, os índios Caetés habitavam parte do Nordeste do Brasil, desde a ilha de Itamaracá, até as margens do rio São Francisco, área limitada pelos potiguaras, ao norte; e, ao sul, pelos tupinambás. Mas, os índios foram considerados “inimigos da civilização” pela Inquisição, por, supostamente, praticarem um ritual antropofágico com o corpo de Dom Pero Fernandes Sardinha, primeiro Bispo do Brasil (BUENO, 2003, 18,19). O Caeté é o rio que banha a minha aldeia. (FRANCISCO WEYL). Junto com o nascer da Lua, por detrás das matas do Camutá, seu espelho revela um espetáculo mágico aos moradores e visitantes da cidade de Bragança do Pará. Da orla desta cidade, partem e chegam diariamente dezenas de embarcações com peixe, produto que alimenta grande parte da economia. Com 115 quilômetros de extensão, antes de desaguar no Atlântico, o rio atravessa e inf...

#HISTÓRIA “Festival reúne três países e diversas culturas”

A partir da troca de olhares, experiências, e perspectivas, o FICCA reúne criadores de diversas linguagens, poesia, música, cinema, e circula entre centro e periferia, escolas, comunidades quilombolas, espaços culturais,  religiosos, e acadêmicos. Em três anos de atividades (2014/2015/2016), o FICCA ajudou a consolidar a cultura cineclubista e cinematográfica, a partir de uma perspectiva democrática, e de um olhar crítico sobre o cinema. Com oficinas, conferências, rodas de conversas, e sessões cinematográficas, nas escolas públicas, comunidades quilombolas, praias, e praças, o FICCA se constituiu numa práxis de resistência cultural, independente, nas áreas urbana e rural, do Município de Bragança, Pará, Amazônia, Brasil. Com a mudança de seu criador e organizador de Bragança do Pará para Portugal, e com a parceria da Escola Superior Artística do Porto, o FICCA renova as esperanças de dezenas de realizadores que criam sua arte nas zonas de fronteiras. E que muitas vezes não tem esp...

#MOSTRA “Negro FICCA marca resistência do cinema étnico e social afro-brasileiro”

A partir do lugar da arte, e para além das geografias e das políticas, os filmes que compõem a Mostra NEGRO FICCA remetem na sua utopia ao sonho de construção de um mundo no qual os africanos e todos os herdeiros de suas tradições sejam reconhecidos pela sua força e inteligência. Parceria da Escola Superior Artística do Porto – ESAP, com o Cineclube Amazonas Douro, e o IV Festival Internacional de Cinema do Caeté, a Mostra de Cinema Negro FICCA exibe filmes de autores negros e/ou de temáticas a partir da arte e da resistência negra. São filmes realizados por negros, e/ou de temáticas negras, que venceram e/ou participaram das três edições do FICCA, cuja IV edição este ano de 2018 acontecerá na cidade do Porto, com apoio da ESAP. CURADORIA Há mais relações entre Brasil e África do que possa imaginar a nossa vã filosofia. Nas fronteiras entre estes dois “mundos”, observamos seu complexos fenômenos e diversos processos. Desde a Irmandade dos homens pretos da Ribeira Grande da Ilha de Sant...

CINEMA SEM FRONTEIRA

O Festival Internacional de Cinema do Caeté – FICCA, terá a sua quarta edição sediada na Escola Superior Artística do Porto, que recebe e apoia o evento, idealizado e organizado por Francisco Weyl, cidadão brasileiro formado pela Instituição (2001). As inscrições dos filmes que concorrerão à seleção no IV FICCA, serão realizadas até o dia 14 de Outubro de 2018. Quem estiver interessado em concorrer deve acessar ficcafestival.blogspot.com, ler o Regulamento, preencher a ficha de inscrição, e a encaminhar para ficcacinema@gmail.com . O certame decorre entre os dias 10 e 12 de Dezembro de 2018, no auditório da ESAP. A campanha de financiamento coletivo para a realização do festival também já está no ar. E para colaborar basta acessar https://www.catarse.me/festival_de_cinema_amazonico_no_porto_a8d6 e dizer o valor do apoio. © Francisco Weyl Cineclube Amazonas Douro / Festival Internacional de Cinema do Caeté

#CAMPANHA "Festival terá financiamento coletivo pelas redes sociais"

A campanha de financiamento coletivo para a realização do IV Festival Internacional de Cinema do Caeté – FICCA já está no ar. E é simples e seguro colaborar com o FICCA.   Você diz com quanto e como quer contibuir, através do link https://www.catarse.me/festival_de_cinema_amazonico_no_porto_a8d6. Ao apoiar o festival, você escreve o seu nome numa história que vem sendo construída de forma diferenciada na Amazônia, a partir de redes solidárias locais que apostam na criatividade contra a lógica selvagem de um mercado que destrói a alma e o amor das pessoas.   Acreditamos no cinema e nas formações de populações jovens em condições de vulnerabilidade, incluindo-as a partir de ações que despertam a criação de coletivos audiovisuais.   Com rodas de conversas, minicursos e sessões de cinema, o FICCA será realizado pela primeira vez na cidade do Porto, Portugal. © Francisco Weyl Cineclube Amazonas Douro / Festival Internacional de Cinema do Caeté

#CINEMA Festival Amazônico atravessa Oceano para se realizar no Porto

O Festival Internacional de Cinema do Caeté – FICCA, terá a sua quarta edição sediada na Escola Superior Artística do Porto, que recebe e apoia o evento, idealizado e organizado por Francisco Weyl, cidadão brasileiro formado pela Instituição (2001). As inscrições dos filmes que concorrerão à seleção no IV FICCA, serão realizadas apenas via E-mail, entre os dias 12 de Setembro e 14 de Outubro de 2018. Interessados deverão acessar http://www.ficcafestival.blogspot.com, ler o Regulamento, preencher e enviar a Ficha de Inscrição para  ficcacinema@gmail.com. O certame decorrerá entre os dias 10 e 12 de Dezembro de 2018, no auditório da ESAP, com direito à rodas de conversas com realizadores portugueses, caboverdeanos, e brasileiros. Antes disso, dias 19 e 20 de Novembro, decorre a Mostra Negro FICCA, também, em parceria entre a ESAP e o Cineclube Amazonas Douro, e que exibe filmes de autores negros e/ou de temáticas a partir da arte e da resistência negra, que venceram e/ou ...

#CINEMA "Festival do Caeté acontecerá no Porto"

As inscrições dos filmes que concorrerão à seleção no IV FICCA - FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DO CAETÉ, serão realizadas apenas via E-mail (ficcacinema@gmail.com), entre os dias 10 de Setembro e 14 de Outubro de 2018. O IV FICCA diplomará os realizadores dos filmes concorrentes das mostras competitivas, conforme segue: Melhor Longa (Acima de 60 minutos); Melhor Média (Entre 20 e 60 minutos); Melhor Curta (Menos de 20 minutos); Melhor Documentário (Livre temática e tempo). Além destas categorias, o FICCA atribuirá as seguintes premiações: Prêmio Juri Popular (Critério livre, concedido por votação popular); Prêmio Especial (Animação, videoclips, e outras experiências audiovisuais, independentemente de tempo e temática); Prêmio Educação & Pesquisa (Filmes pedagógicos e/ou científicos); Grande Prêmio FICCA de direitos Humanos (Narrativas de juventude, mulheres, comunidades LGBTs, trans, indígenas, tradicionais, quilombolas, pescadores, extrativistas). Os filmes que comporão as m...

#QUILOMBO “Comunidade do América recebe Negro FICCA dia 8 de Dezembro”

A itinerância da Mostra NEGRO FICCA começa nesta sexta-feira (8/12), na comunidade remanescente quilombola do América, em Bragança do Pará. Há três anos, a Associação da comunidade é parceira do FICCA - Festival internacional de Cinema do Caeté. A Mostra Negro FICCA é organizada a partir de filmes de realizadores negros e/ou de temáticas a partir da arte e da resistência negra, e que venceram prêmios e/ou participaram do FICCA. Abertas ao público, com participação e comentários dos realizadores Danilo Gustavo Asp e Francisco Weyl, e Rosilene Cordeiro, a Mostra é uma realização da Casa África-Brasil, em parceria com o FICCA, e Departamento de Antropologia da UFPa. Quatro filmes sobre comunidades e movimentos artísticos e sociais da resistência negra compõem o NEGRO FICCA. Entre estes, o premiado curta “Samba de Cacete: Alvorada Quilombola” (André dos Santos e Artur Arias Dutra – PA, 26 Min, 2016); Equidade Racial (Danilo Gustavo Asp – PA, 33 Min), vencedor do prêmio Juri Popular FI...

#CINECLUBE “Se você acredita que o tema vale a pena, contribua, com a sua palavra, e a sua ação”

Espécie de road movie na Trans-Amazônica, na década de 1970, o filme é uma aventura reveladora do fazer cinematográfico, no estilo uma ideia na cabeça e uma câmera na mão, e, ao mesmo tempo, uma entrega à realidade, dinâmica, que se abre aos corajosos fazedores de documentários na Região. Censurado pela ditadura, IRACEMA estreou em 1975, mas, continua atual, para reflexões estéticas, e políticas, numa Amazônia cada vez mais saqueada, sem que seu povo seja solenemente respeitado, como tem de ser, se este povo souber lhe dar a si próprio o valor histórico que tem. E é esta a razão de ser deste debate cineclubista que estamos a propor na noite da próxima segunda-feira, 4 de setembro de 2017, um debate sobre o território em que habitamos, amamos, criamos nossos filhos, trabalhamos, e nos divertimos, um debate sobre esta riqueza da Amazônia, e a distribuição equilibrada de seus recursos. Se você acredita que o tema vale a pena, contribua, com a sua palavra e a sua ação.  Fr...

#FESTIVAL “Adriano Barroso estreia filme e lança livro no IV FICCA”

O livro-biografia “ Ato – Paixão segundo o Gruta” (190 paginas. Edição do autor, ator, diretor, dramaturgo, e roteirista, Adriano Barroso) será lançado no IV FICCA. Adriano também vai estrear um filme de curta-metragem “Antigamente não existia dia”, e participar da mesa de abertura do festival, que ocorre pela quarta vez em Bragança do Pará (de 8 a 10/12/2017). Adriano atua há 30 anos no teatro e cinema nacional. Já atuou em mais de vinte filmes, entre longas e curtas-metragens. E é o roteirista amazônida com mais roteiros filmados na região. Escreveu roteiros de ficção, documentário, série de TV, e de animação. Tem três livros publicados em poesia e dramaturgia, participou em antologias brasileiras, com contos e novelas, e algumas revistas nacionais, com criticas e crônicas.   Escreveu 18 peças de teatro, entre estas o "A farsa do boi ou o desejo de catirina" foi montado em cinco cidades brasileiras, e traduzida, e encenada em países como França, e Cuba. A...