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Mostrando postagens com o rótulo Tribuna do Salgado

A última postagem da Tribuna do Salgado

Independente, combativa, crítica, sem rabo preso, sem financiamentos de partidos e de grupos políticos e empresariais, TRIBUNA DO SALGADO fez um bom combate, mas já cumpriu o seu papel, razão pela qual informo que este projeto editorial deixará de existir, objetivamente, no dia 31 de Março de 2020. O lançamento oficial da primeira edição (impressa) do Jornal TRIBUNA DO SALGADO aconteceu numa sexta-feira, dia 25 de abril (2014), no espaço Adega do Rei, em Bragança do Pará, tendo o projeto funcionado com reduzida estrutura desde a fundação, com algumas preciosas colaborações,   de abnegados amigos e parceiros. De equipe reduzida, sempre foi um David contra os Golias da opressão. Privilegiamos temas como cultura, cidade e comunidade, sem espaços para textos e imagens apelativas como sexo e violência, que infestam como pragas as consciências humanas. Nosso lema, a liberdade de expressão, o respeito à opinião, e à crítica dos leitores, sem, jamais publicar boatos ou acusaçõ...

#ANIVERSÁRIO "Tribuna do Salgado comemora 5 anos no dia da Revolução dos Cravos"

O lançamento oficial da primeira edição do Jornal TRIBUNA DO SALGADO (Foto) aconteceu numa sexta-feira, dia 25 de abril, no espaço Adega do Rei, em Bragança do Pará. Pequeno no tamanho, o Tabloide tornou-se um gigante. De equipe reduzida, sempre foi um David contra os Golias da opressão. Com um projeto gráfico diferenciado e um texto de qualidade, o jornal deixou de ser impresso em 2015. Mas se mantém firme no Blog nas redes sociais, chegando ainda a ocupar as ondas do rádio (na Pérola FM, com o TRIBUNA DA SEMANA, apresentado pelo diretor e editor, o jornalista Francisco Weyl). No Blog, estamos a chegar a marcar dos 500 mil acessos, e na fãpage do Face já ultrapassamos meio milhão de pessoas. O jornal privilegia  temas políticos e culturais, locais e globais, sem espaços para textos e imagens apelativas. Na defesa dos direitos humanos e da liberdade de expressão, TRIBUNA DOI SALGADO respeita à opinião e à crítica dos leitores, sem publicar boatos ou acusações sem provas. Atu...

#OPINIÃO "Estatuto Editorial da Tribuna do Salgado"

TRIBUNA DO SALGADO não pertence a nenhum grupo político ou empresarial, mas tem suas convicções políticas e ideológicas, com um jornalismo de qualidade, ético, crítico, e plural, interessado nos cotidianos das comunidades, nas quais habitam pessoas simples, gentes do povo. TRIBUNA DO SALGADO defende o estado de direito, os direitos humanos, a democracia, a liberdade de pensamento, e de expressão, a paz, o diálogo, a tolerância, e o inalienável direito do cidadão de informar e de ser informado, independentemente dos poderes econômicos, políticos e ideológicos. TRIBUNA DO SALGADO colabora com o desenvolvimento da economia, da comunicação social, e da cultura, e contribui com o debate de forma autônoma, no combate a todas as formas de opressão, entre estas, o fascismo, o racismo, a homofobia, a intolerância religiosa, preconceitos e violências contra mulheres, e comunidades tradicionais, quilombolas, e indígenas. TRIBUNA DO SALGADO não se interessa e não interfere na privacidade, na vida ...

#CULTURA “Academia de Letras do Brasil se prepara para festejar 5 anos em Bragança do Pará”

Depois do tradicional Sarau Literário, a seccional municipal da Academia de Letras do Brasil – ALB-BRAGA, segue agora para organizar a sua grande festa de 5 anos, no dia 22 de Maio de 2018. O Sarau já faz parte do calendário cultural da cidade, realizando-se anualmente, em Dezembro, na praça Antônio Pereira, centro histórico de Bragança do Pará, tendo este ano homenageado o centenário da escritora Lindanor Celina. ALB Fundada no dia 16 de Abril de 2013, a ALB-BRAGA foi instalada em 1º de Outubro de 2013, quando se reuniu para empossar a primeira turma de associados, cerimônia que se repetiu mais duas vezes, para dar posse à segunda e terceira turma de acadêmicos imortais. Hoje com 50 acadêmicos, a entidade se prepara para comemorar os seus 5 anos de existência, e avaliar seus projetos e ações como a inovadora “Escola de Jovens Poetas Dom Miguel Maria Giambelli”, únics escola de poetas do Brasil. ESCOLA DE POETAS Com cerca de dez alunos, e alguns professores voluntários...

#IMORTAL "Perspectivas da seccional Bragança da Academia de Letras do Brasil - 2020" (Por Francisco Weyl)

Uma das questões que temos pautado quando dialogamos com o professor Ribamar Oliveira, a quem devemos este tributo de ter sido visionário e disponibilizado a sua ação voluntariosa em instalar em solo bragantino – há cinco anos – esta que hoje é a seccional municipal da Academia de Letras do Brasil, da qual somos a espinha dorsal enquanto acadêmicos, que se reúnem sob este glorioso manto da intelectualidade e mesmo da imortalidade, para resgatar a memória, a história, e a cultura desta terra. Uma Academia diversa esta nossa, que reflete a grandeza de Bragança, a sua pujança, a sua densidade, pelas diferentes pessoas cujas contribuições ao Município são reconhecidas ao ocuparem as cadeiras deste Silogeu, sobre o qual pensamos, e ao qual nos dedicamos, por acreditamos que sonhos são realidades, e que as idealidades tem de ser contrastadas com as realidades, e que as imortalidades tem de ser afirmadas, em vida. 5 anos nos coloca a necessidade de definirmos qual o papel da ALB dentro d...

#SARAU "Escritora Leila Nascimento homenageada em Sarau escolar bragantino"

O Sarau Lítero-Musical da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Domingas da Costa Souza prestou homenagem a professora escritora bragantina Leila Nascimento. Com prédio próprio sito à Rodovia dos Pescadores, Acarajozinho , Vila do Acarajó, em Bragança – PA, a escola disponibiliza educação pública nas modalidades: ensino regular, ensino fundamental, ensino médio e EJA – fundamental. Realizado no dia 14 de dezembro, o evento representou a culminância de um projeto desenvolvido por professores língua portuguesa, com o apoio dos demais professores da escola. Diversos alunos se revezaram em encenações, declamações e apresentações musicais. Os professores organizadores também presentearam os melhores leitores da biblioteca da escola, que também foi estruturada por este projeto.                               Fonte© #TRIBUNADASEMANA / #TRIBUNADOSALGADO

#CENTENÁRIO “Sarau acadêmico reúne imortais para celebrar a escritora Lindanor Celina”

O tradicional sarau da seccional Bragança da ALB - Academia de Letras do Brasil vai prestar tributo ao centenário da escritora Lindanor Celina Coelho Casha, que faleceu em 2003, aos 86 anos de idade. A escritora nasceu em Castanhal, habitou Bragança, mudou-se para Belém, morou em São Luís, casou antes de completar 18 anos, deslocou-se a Paris, tendo convivido com poetas e jornalistas, entre estes, Machado Coelho, Dalcídio Jurandir,  e Benedito Nunes. No ano de 1963, publicou sua primeira obra literária, o romance “Menina que vem de Itaiara”, escolhido posteriormente pelo Jornal O Estado de São Paulo como o livro do semestre. Obras publicadas: Menina que vem de Itaiara (primeiro romance - 1953, reeditado em 1995) Estradas do tempo-foi (romance, menção especial do III Prêmio Walmap de Literatura em 1969, publicado em 1971) Breve sempre (romance, menção honrosa do IV Prêmio Walmap de Literatura em 1971, publicado em 1973) Afonso contínuo, santo de altar (romance - 198...

#ANTICAOS “Nenhum objeto substituirá a poesia” (Por Carpinteiro de Poesia)

As ascensões de governos sociais democráticos não representaram a transformação política da sociedade e nem do Estado que eles, seus partidos, e suas bases de sustentação administram. Escândalos e denúncias se pulverizam nas disputas de espaços mediáticos, mas,  esquecidos, cedem o “lugar” a novos fatos ou factoides, selecionados e priorizados de acordo com os interesses do “mercado”. Com a violência, o pânico, o ódio, e o controle a partir das forças repressivas que se generalizam, pelo estado, pelo crime organizado, pelas milícias, pelos matadores de aluguel, pelos pistoleiros. A sociedade brasileira está sitiada.  E para piorar, pesquisas revelam que o Brasil é o segundo pior país que menos sabe sobre a realidade.  E sente-se no ar a atmosfera da desilusão, e da alienação social, a paralisia e a apatia política predominam a sociedade, manipulada. O golpe parlamentar sustentado pela Mídia e laureado pela constitucionalidade jurídica ilude a ideia de que vivemos num...

#QUILOMBO “Comunidade do América recebe Negro FICCA dia 8 de Dezembro”

A itinerância da Mostra NEGRO FICCA começa nesta sexta-feira (8/12), na comunidade remanescente quilombola do América, em Bragança do Pará. Há três anos, a Associação da comunidade é parceira do FICCA - Festival internacional de Cinema do Caeté. A Mostra Negro FICCA é organizada a partir de filmes de realizadores negros e/ou de temáticas a partir da arte e da resistência negra, e que venceram prêmios e/ou participaram do FICCA. Abertas ao público, com participação e comentários dos realizadores Danilo Gustavo Asp e Francisco Weyl, e Rosilene Cordeiro, a Mostra é uma realização da Casa África-Brasil, em parceria com o FICCA, e Departamento de Antropologia da UFPa. Quatro filmes sobre comunidades e movimentos artísticos e sociais da resistência negra compõem o NEGRO FICCA. Entre estes, o premiado curta “Samba de Cacete: Alvorada Quilombola” (André dos Santos e Artur Arias Dutra – PA, 26 Min, 2016); Equidade Racial (Danilo Gustavo Asp – PA, 33 Min), vencedor do prêmio Juri Popular FI...

#TRADIÇÃO "Os cem anos do clube cuja trajetória se confunde com a história do futebol em Bragança do Pará"

A Associação Cultural e Esportiva Time Negra marcou os Cem Anos da entidade com entrega de medalha comemorativa do Centenário, título honoríficos, apresentação de selo, e apresentação e entrega de CDs com o primeiro Hino do clube. Por causa disso, o Time Negra reuniu em sua sede no centro de Bragança dezenas de ex-jogadores, associados, e personalidades  em uma noite dedicada à preservação da tradição e da memória do clube, que completou 100 ANOS no dia 15 de Novembro. E os ex-jogadores pareciam voltar àqueles tempos de glórias, evocadas no histórico discurso do diretor cultural da Associação, professor José Ribamar Gomes Oliveira, cujas falas eram acompanhadas e comentadas pela atenta plateia presente a sede do centenário clube. Também chamado de Leão Negro do Caeté, Terror da Estrada de Ferro, e Mais Querido de Bragança, o Time Negra proporcionou um encontro de amigos, reconhecidos pela entidade. E entre aqueles jogadores que fizeram a história do Time Negra e que com ele erg...

#ZUMBI “Mostra de cinema encerra atividades da consciência negra no Quilombo do América”

A Mostra NEGRO FICCA já está agendada para o dia 8 de Dezembro na Comunidade Remanescente de Quilombo do América, em Bragança do Pará.  A Associação da comunidade é parceira do Festival internacional de Cinema do Caeté. Organizada a partir de filmes de realizadores negros e/ou de temáticas a partir da arte e da resistência negra, e que venceram prêmios e/ou participaram do FICCA, a Mostra começa a sua itinerância por Belém (UFPa), dias 29 e 30/11. Abertas ao público, com participação e comentários dos realizadores Danilo Gustavo Asp e Francisco Weyl, e da atriz Rosilene Cordeiro, a Mostra tem data marcada para ocorrer no próximo dia 8 de Dezembro, no Quilombo do América. Realização da Casa África-Brasil, em parceria com o FICCA, e o Departamento de Antropologia da UFPa, a mostra apresenta filmes sobre comunidades quilombolas, movimentos de resistência, e arte negra. O curta “Gapuiando - Identidades e saberes do Rio-Mar de Abaeté” (Francisco Weyl - PA - 26 Min ) abrirá a program...

#IMORTAL "Os 122 anos de nascimento do Cônego Ulisses Pennafort"

Mas com que orgulho minha mãe falava de seu tio-avô Raimundo Ulisses de Albuquerque Pennafort, de quem exibia alguns opúsculos, que desapareceram com as mudanças de casas e dispersões dos objetos de minha família. Ainda me recordo do “Echos D’Alma”, obra literária de 1881 - em que Pennafort lamenta a seca do Ceará, sua terra natal (Jardim, 25/Abril/1921) -, e que tinha lugar de honra na nossa biblioteca. Mamãe, que nos deixou de herança a sua sabedoria e simplicidade, adorava este livro, e costumava falava da notável cultura humanística, e intelectual, do estudioso e defensor das causas abolicionistas e indígenas, Cônego Pennafort. Pela Dona Zinha eu soube que seu tio-avô era romancista, cronista, poeta, sociólogo, filólogo, indianista, orador sacro, e jornalista, sendo considerado, àquela altura, um dos religiosos mais cultos do clero brasileiro. Entre as diversas obras que o Cônego Raimundo Ulisses de Albuquerque Pennafort escreveu está “A Filosofia Positiva”, publicada or...

#ARTIGO > Sobre patronos e acadêmicos imortais (Por Francisco Weyl, da Acadêmia de Letras do Brasil - Seccional Bragança)

A cadeira de número 35 da Academia de Letras do Brasil – Seccional Bragança é ocupada pelo bragantino Francisco Weyl. O acadêmico viveu e produziu intensamente no Brasil e em Portugal, Itália e Cabo Verde. Nesses países, ele coordenou projetos de natureza coletiva e atuou intensamente na cena artística, política e social. A cadeira 35 tem como patrono um ilustre cidadão brasileiro nascido em Jardim, Ceará, a 25 de novembro de 1865, Raimundo Ulisses de Albuquerque Pennafort, que, aliás, é também patrono da cadeira n° 32 da Academia Cearense de Letras. Intelectual reputado como um dos mais inteligentes quadros da Igreja Católica brasileira, Pennafort foi romancista, contista, ensaísta, etnólogo, memorialista, e poeta. Filho Do Capitão Manuel Francisco Cavalcante de Albuquerque e de Dona Generosa Cândida Brasil de Albuquerque Pennafort, Raimundo Ulisses de Albuquerque Pennafort morreu jovem, aos 56 anos, em Belém, 25 de abril de 1921. A homenagem que lhe presta o imortal bragantino dev...

Trova Beneditina (Por Carpinteiro de Poesia)

Oh! Meu Santo Benedito! Protegei teu povo aflito Do desvio dos políticos. Oh! Meu Santo Bendito! Iluminai teus filhos sofridos Para que eles vejam A injustiça dos bandidos. Oh! Meu Santo Protetor! Dai força à resistência Deste povo trabalhador Que te louva com tanto amor. Este povo pescador, E este povo roceiro, Que ara a terra o ano inteiro. E te segue com fervor. Oh! Meu Santo Preto! Clareai a cegueira dos brancos Para que nunca mais Humilhem os negros-santos. Oh! Meu Santo Cozinheiro! Dai terra a quem não tem Nenhum vintém. A quem não tem mais esperanças Além das suas próprias andanças Neste mundo de errâncias. Oh! Meu Santo da Cura! Fazei-me candura Desde a semeadura Para que a colheita Seja farta de doçura. Oh! Meu Santo Amado! Fazei-me um navegador Sem medo dos naufrágios. Fazei-me aves Por sobre todos os mares. Oh! Meu Santo-Menino! Fazei-me um peregrino Das estradas e caminhos. Oh...

#PAPOS “A vitória não é de quem fala é de quem faz” (Por Sérgio Santeiro)

A mídia ameaça A mídia ama a essa Um diz que entende O outro diz que não Artista artífice artesão autor Cada dia é um novo dia Sou mais o escambo que o escambau Sou mais a troca que o capital Capital é o trabalho alheio acumulado pelos burgueses Quem foi que agregou a demanda? Quem é que avitou o super? Quem amortizou o débito? Quem adimpliu a meta? A vitória não é de quem fala é de quem faz Falar tem seu valor tem seu fulgor Pode ser farol ou lanterna A estética não é o bonito É o belo A vida é pura predação Animalesca O animal precede o humano Difícil é conter os instintos Dizem que instintos não é humano E não agimos por instinto? Quando componho eu tento equacionar o mundo Por que se cumpre ordens? Cada um faz do seu jeito O outro vem e põe defeito E ainda que defeito haja Ninguém se meta a dar pitaco No que não é de sua alçada Quem critica o rabo espicha Ainda mais se com razão A razão não é coisa que aos outros se imponha Não importa se é boa ou ...

#POEMA "Pequenas coisas" (Carpinteiro de Poesia Francisco Weyl)

Há (pequenas) coisas que eu realizo e outras que eu desejo realizar. Essas coisas, juntas, são (pequenas) coisas. São (pequenas) coisas que eu escolho, (pequenas) coisas pelas quais eu sou o escolhido. Eu e essas (pequenas) coisas, realizado(a)s e desejado(a)s, somamo-nos à complexidade de outras (pequenas) coisas, à nossa revelia. Estas (pequenas) coisas, realizadas e desejadas, pertencem-me, pertencendo também ao universo. São (pequenas) coisas de infinita grandeza, universais, em convulsões nas (pequenas) coisas que eu realizo e desejo. Essas (pequenas) coisas, somadas ao meu desconhecimento e à minha ignorância, gritam, grunhem, falam, e, finalmente, calam. No silêncio, na paz das (pequenas) coisas, silenciosas, no mistério das (pequenas) coisas, interiores, na sacralidade da natureza, oculta-se o ser que eu sou. Este ser, estando oculto, não se consegue esconder. Desvelo-se-me, no que eu sou, em e...