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Mostrando postagens com o rótulo Cinema Amazônico

#ENSAIO “Magia do cinema Amazônida é tema de artigo científico”

#FEITIÇO (IN PROGRESS): FAZER-PENSAR MAGIA NO CINEMA AMAZÔNIDA”, ensaio etnofotográfico de nossa autoria (Francisco Weyl, Rosilene Cordeiro, Dênis Bezerra), foi recentemente publicado na edição nº 7 NOVA AMAZÔNIA, revista do Programa de Pós-Graduação em Linguagens e Saberes na Amazônia (Universidade Federal do Pará - Campus Bragança), que trás como carro-chefe o dossiê temático "Educação, territorialidades e processos educativos emancipatórios na Amazônia e de Escola Itinerante do MST-PR”. Interessados podem acessar o link: https://periodicos.ufpa.br/index.php/nra/article/view/6989 A revista completa pode ser acessada aqui: https://periodicos.ufpa.br/index.php/nra/issue/view/350?fbclid=IwAR222bj-b935CW4TyVXztLFz4OE9TMLDN6JGGkHEXDW61qjJNZH8W1-sS9c Fonte ©  Francisco Weyl - Diretor/Editor da TRIBUNA DO SALGADO / Jornalista DRT-Pa 2161

CINEMA SEM FRONTEIRA

O Festival Internacional de Cinema do Caeté – FICCA, terá a sua quarta edição sediada na Escola Superior Artística do Porto, que recebe e apoia o evento, idealizado e organizado por Francisco Weyl, cidadão brasileiro formado pela Instituição (2001). As inscrições dos filmes que concorrerão à seleção no IV FICCA, serão realizadas até o dia 14 de Outubro de 2018. Quem estiver interessado em concorrer deve acessar ficcafestival.blogspot.com, ler o Regulamento, preencher a ficha de inscrição, e a encaminhar para ficcacinema@gmail.com . O certame decorre entre os dias 10 e 12 de Dezembro de 2018, no auditório da ESAP. A campanha de financiamento coletivo para a realização do festival também já está no ar. E para colaborar basta acessar https://www.catarse.me/festival_de_cinema_amazonico_no_porto_a8d6 e dizer o valor do apoio. © Francisco Weyl Cineclube Amazonas Douro / Festival Internacional de Cinema do Caeté

#CAMPANHA "Festival terá financiamento coletivo pelas redes sociais"

A campanha de financiamento coletivo para a realização do IV Festival Internacional de Cinema do Caeté – FICCA já está no ar. E é simples e seguro colaborar com o FICCA.   Você diz com quanto e como quer contibuir, através do link https://www.catarse.me/festival_de_cinema_amazonico_no_porto_a8d6. Ao apoiar o festival, você escreve o seu nome numa história que vem sendo construída de forma diferenciada na Amazônia, a partir de redes solidárias locais que apostam na criatividade contra a lógica selvagem de um mercado que destrói a alma e o amor das pessoas.   Acreditamos no cinema e nas formações de populações jovens em condições de vulnerabilidade, incluindo-as a partir de ações que despertam a criação de coletivos audiovisuais.   Com rodas de conversas, minicursos e sessões de cinema, o FICCA será realizado pela primeira vez na cidade do Porto, Portugal. © Francisco Weyl Cineclube Amazonas Douro / Festival Internacional de Cinema do Caeté

#CINEMA Festival Amazônico atravessa Oceano para se realizar no Porto

O Festival Internacional de Cinema do Caeté – FICCA, terá a sua quarta edição sediada na Escola Superior Artística do Porto, que recebe e apoia o evento, idealizado e organizado por Francisco Weyl, cidadão brasileiro formado pela Instituição (2001). As inscrições dos filmes que concorrerão à seleção no IV FICCA, serão realizadas apenas via E-mail, entre os dias 12 de Setembro e 14 de Outubro de 2018. Interessados deverão acessar http://www.ficcafestival.blogspot.com, ler o Regulamento, preencher e enviar a Ficha de Inscrição para  ficcacinema@gmail.com. O certame decorrerá entre os dias 10 e 12 de Dezembro de 2018, no auditório da ESAP, com direito à rodas de conversas com realizadores portugueses, caboverdeanos, e brasileiros. Antes disso, dias 19 e 20 de Novembro, decorre a Mostra Negro FICCA, também, em parceria entre a ESAP e o Cineclube Amazonas Douro, e que exibe filmes de autores negros e/ou de temáticas a partir da arte e da resistência negra, que venceram e/ou ...

#CABANAGEM “Coletivo de realizadores estreia filme no Entroncamento”

Coletivo de realizadores e produtores audiovisuais promete ocupar com arte e política o Memorial da Cabanagem nesta sexta, 17 de agosto, no bairro do entroncamento, durante a estreia do filme “Memorial da Cabanagem”. Resultado de oficinas de caráter pedagógico e de compartilhamento crítico, o filme “Memorial Da Cabanagem” foi realizado por dezenas de pessoas que participaram de cinco projetos coletivos, que vem sendo desenvolvidos há três anos pelo produtor, realizador, documentarista, cineclubista, professor, poeta e músico Mateus Moura. Além da estreia do documentário de produção coletiva “Memorial da Cabanagem”, acontecerão rodas de conversa, performances, ritos, transmissões, batucadas e muitas manifestações. Mateus informa que serão parceiros da manifestação, o Cineclube Amazonas Douro, Idade Mídia, Produtores Criativos, Subversiva Produções, e todos e todas que aparecerem. SERVIÇO: Estreia do Filme MEMORIAL DA CABANAGEM. Criação Coletiva. 17 de agosto, a partir das 17H. Loc...

#CINEMA "Doc sobre Memorial da Cabanagem tem finalização coletiva na Marambaia"

O Cineclube Pico de Jaca e o Centro Comunitário Tiradentes - CCT, promovem o “Mutirão de Montagem do nosso Monumento”, onde será finalizado um documentário que vem sendo construído através de oficinas de caráter pedagógico e de compartilhamento crítico sobre o monumento Memorial da Cabanagem. A quinta e última oficina desta obra de criação coletiva que tem sido realizada há três anos e envolve cerca de trinta pessoas ocorrerá na sede do CCT, bairro da Marambaia, de seis a dez de Agosto, a partir das nove até às treze horas. Durante o mutirão haverá compartilhamento de saberes sobre edição cinematográfica e planejamento de ações de intervenção pública. A comunidade interessada se reunirá ao redor do filme para finalizá-lo, e pensar no ato de sua primeira aparição, prevista para o dia 15 de agosto, “Dia da Adesão do Pará à Independência”. “A data é simbólica para se pensar as liberdades e opressões que formam e deformam o território amazônico”, afirma Mateus Moura, que coordena ...

#RONY "A preguiçosa história do macunaímico Capitão Açaí"

CAPITÃO AÇAÍ é um anti-herói macunaímico criado pelo cartunista Ronaldo Rony, paraense radicado em Macapá, Amapá, e que retornou ás suas origens, na Marambaia, bairro periférico, para lançar o Fanzine deste personagem cujos poderes advém de uma cuia de açaí, entretanto,ao contrário de salvar as vítimas, ele sente preguiça e deixa os algozes escaparem. Rodado em 2014, mas montado em 2018, este documentário do Realizador Francisco Weyl (autodenominado Carpinteiro de Ogum) revela a afetividade de um grupo de amigos que faz cultura e resistência popular em uma encontro numa noite por eles considerada histórica e nirvânica.

#GAPUIANDO "Identidades e saberes no Rio-Mar de Abaeté"

Realizado por Francisco Weyl, no âmbito da pesquisa da professora Eliana Campos Pojo (UFPa), que produziu a obra, juntamente com Lina Gláucia Dantas Elias, e Vivian da Silva Lobato, este documentário navega o rio-mar de Abaeté, cidade das mulheres e dos homens fortes, onde a vida atravessa e é atravessada pelas águas. E o rio-signo cultural dissemina e exerce uma prática social no trabalho, no lazer, no movimento das embarcações, e de seus rios, furos e igarapés. Pela sua estética e encantamento, no ir e vir das pessoas, o rio-mar de Abaeté expressa beleza, fronteira, território, e saberes dos povos das águas.

#DOCUMENTÁRIO "O professor do Xingu"

Documentário da Série Vozes do Xingu, realizado no âmbito do projeto “Memórias de trabalho e de vida frente à construção de Belo Monte”, e que, sob a coordenação da professora Elizabete Lemos Vidal, da Universidade Federal do Pará, apresenta depoimentos de moradores da Volta Grande do rio Xingu, atingidos pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.

#DOCUMENTÁRIO "O barqueiro do Xingu"

Documentário da Série Vozes do Xingu, realizado no âmbito do projeto “Memórias de trabalho e de vida frente à construção de Belo Monte”, e que, sob a coordenação da professora Elizabete Lemos Vidal, da Universidade Federal do Pará, apresenta depoimentos de moradores da Volta Grande do rio Xingu, atingidos pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.

#DOCUMENTÁRIO "O pescador do Xingu"

Documentário da Série Vozes do Xingu, realizado no âmbito do projeto “Memórias de trabalho e de vida frente à construção de Belo Monte”, e que, sob a coordenação da professora Elizabete Lemos Vidal, da Universidade Federal do Pará, apresenta depoimentos de moradores da Volta Grande do rio Xingu, atingidos pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.

#DOCUMENTÁRIO "As trabalhadoras do Xingu"

Documentário da Série Vozes do Xingu, realizado no âmbito do projeto “Memórias de trabalho e de vida frente à construção de Belo Monte”, e que, sob a coordenação da professora Elizabete Lemos Vidal, da Universidade Federal do Pará, apresenta depoimentos de moradores da Volta Grande do rio Xingu, atingidos pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.

"DOCUMENTÁRIO "Os pescadores do Xingu"

Documentário da Série Vozes do Xingu, realizado no âmbito do projeto “Memórias de trabalho e de vida frente à construção de Belo Monte”, e que, sob a coordenação da professora Elizabete Lemos Vidal, da Universidade Federal do Pará, apresenta depoimentos de moradores da Volta Grande do rio Xingu, atingidos pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.

#OCUPAG4 “Ocupação receberá oficina de cinema e cineclubismo de guerrilha na UFPa - Belém”

Na tarde-noite desta terça-feira, 22 de maio,  um grupo de estudantes decidiu ocupar uma das salas do Pavilhão G da Universidade Federal do Pará, em Belém. Em nota que circula nas redes sociais, os estudantes, com alguns moradores da comunidade do entorno, informam que as suas pautas primordiais são a reutilização do espaço, que, segundo eles, está sucateado. Temas como violência e crise nas universidades públicas estão na ordem do dia, razão pela qual eles convocam apoio também na realização de oficinas criativas. Em função da falta de espaços de convivência estudantil, eles querem dialogar e agir em rodas de conversas e oficinas que sejam vivências de suas próprias experiências. O editor da Tribuna do Salgado, jornalista, radialista e cineasta Francisco Weyl vai ministrar oficina de cinema & cineclubismo de guerrilha nesta quinta e sexta-feira, dias 24 e 25 de maio. Quem desejar apoiar o movimento será bem vindo, seja com sugestões, ideias de oficinas e doação de aliment...

#QUILOMBO “Comunidade do América recebe Negro FICCA dia 8 de Dezembro”

A itinerância da Mostra NEGRO FICCA começa nesta sexta-feira (8/12), na comunidade remanescente quilombola do América, em Bragança do Pará. Há três anos, a Associação da comunidade é parceira do FICCA - Festival internacional de Cinema do Caeté. A Mostra Negro FICCA é organizada a partir de filmes de realizadores negros e/ou de temáticas a partir da arte e da resistência negra, e que venceram prêmios e/ou participaram do FICCA. Abertas ao público, com participação e comentários dos realizadores Danilo Gustavo Asp e Francisco Weyl, e Rosilene Cordeiro, a Mostra é uma realização da Casa África-Brasil, em parceria com o FICCA, e Departamento de Antropologia da UFPa. Quatro filmes sobre comunidades e movimentos artísticos e sociais da resistência negra compõem o NEGRO FICCA. Entre estes, o premiado curta “Samba de Cacete: Alvorada Quilombola” (André dos Santos e Artur Arias Dutra – PA, 26 Min, 2016); Equidade Racial (Danilo Gustavo Asp – PA, 33 Min), vencedor do prêmio Juri Popular FI...

#ZUMBI “Mostra de cinema encerra atividades da consciência negra no Quilombo do América”

A Mostra NEGRO FICCA já está agendada para o dia 8 de Dezembro na Comunidade Remanescente de Quilombo do América, em Bragança do Pará.  A Associação da comunidade é parceira do Festival internacional de Cinema do Caeté. Organizada a partir de filmes de realizadores negros e/ou de temáticas a partir da arte e da resistência negra, e que venceram prêmios e/ou participaram do FICCA, a Mostra começa a sua itinerância por Belém (UFPa), dias 29 e 30/11. Abertas ao público, com participação e comentários dos realizadores Danilo Gustavo Asp e Francisco Weyl, e da atriz Rosilene Cordeiro, a Mostra tem data marcada para ocorrer no próximo dia 8 de Dezembro, no Quilombo do América. Realização da Casa África-Brasil, em parceria com o FICCA, e o Departamento de Antropologia da UFPa, a mostra apresenta filmes sobre comunidades quilombolas, movimentos de resistência, e arte negra. O curta “Gapuiando - Identidades e saberes do Rio-Mar de Abaeté” (Francisco Weyl - PA - 26 Min ) abrirá a program...

#CINEMA “Mostra com filmes inéditos revela arte e resistência negra no planeta”

Dez filmes sobre comunidades quilombolas, movimentos de resistência, e arte negra compõem a mostra NEGRO FICCA, em exibição na UFPa. As sessões de cinema e rodas de conversa com realizadores acontecem nesta quarta (29/11) e quinta (30/11), às 16h, com entrada gratuita. O inédito curta “Gapuiando - Identidades e saberes do Rio-Mar de Abaeté” (Francisco Weyl - PA - 26 Min )terá sua ante-estreia na mostra na programação desta terça (29). Pesquisa original de Eliana Campos Pojo, com produção de Lina Gláucia Dantas Elias, e Vivian da Silva Lobato, o documentário tematiza a vida humana atravessada pelas águas, estética e encantamento, no rio-mar de Abaetetuba. E o premiado curta “Samba de Cacete: Alvorada Quilombola” (André dos Santos e Artur Arias Dutra – PA, 26 Min, 2016) que registra manifestação cultural quase desconhecida no Brasil, no quilombo do Igarapé Preto, Oeiras do Pará, também será exibido com a presença do realizador. Equidade Racial (Danilo Gustavo Asp – PA, 33 Min), film...

#CINEMA "Mostra reúne autores negros e temáticas a partir da arte e da resistência negra"

Há mais relações entre Brasil e África do que possa imaginar a nossa vã filosofia. Nas fronteiras entre estes dois “mundos”, observamos diversos e complexos processos, e fenômenos. Desde a Irmandade dos Homens Pretos da Ribeira Grande da Ilha de Santiago (Cabo Verde) até a Irmandade de São Benedito (Bragança). Desde os “rabelados” cabo-verdianos aos povos remanescentes de quilombos amazônidas e paraoaras-caeteuaras.  Desde a ascensão até a queda da política de expansão pombalina em África e Brasil. Desde a fundação da Companhia do Grão Pará e Maranhão (1755) até a “Viradeira” (1778). Com o desaparecimento da documentação brasileira da Companhia, entretanto, perderam-se informações de fins do século XVIII e início do século XIX. Mas ninguém duvida que a mão-de-obra, o conhecimento, e a cultura negra, tiveram importância e influenciaram no desenvolvimento da economia na Região Amazônica. A história da escravidão no Pará, de acordo Vicente Sales (2005), tem a marca da r...