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Mostrando postagens com o rótulo Cinema Negro

#MOSTRA “Negro FICCA marca resistência do cinema étnico e social afro-brasileiro”

A partir do lugar da arte, e para além das geografias e das políticas, os filmes que compõem a Mostra NEGRO FICCA remetem na sua utopia ao sonho de construção de um mundo no qual os africanos e todos os herdeiros de suas tradições sejam reconhecidos pela sua força e inteligência. Parceria da Escola Superior Artística do Porto – ESAP, com o Cineclube Amazonas Douro, e o IV Festival Internacional de Cinema do Caeté, a Mostra de Cinema Negro FICCA exibe filmes de autores negros e/ou de temáticas a partir da arte e da resistência negra. São filmes realizados por negros, e/ou de temáticas negras, que venceram e/ou participaram das três edições do FICCA, cuja IV edição este ano de 2018 acontecerá na cidade do Porto, com apoio da ESAP. CURADORIA Há mais relações entre Brasil e África do que possa imaginar a nossa vã filosofia. Nas fronteiras entre estes dois “mundos”, observamos seu complexos fenômenos e diversos processos. Desde a Irmandade dos homens pretos da Ribeira Grande da Ilha de Sant...

#CINEMA Festival Amazônico atravessa Oceano para se realizar no Porto

O Festival Internacional de Cinema do Caeté – FICCA, terá a sua quarta edição sediada na Escola Superior Artística do Porto, que recebe e apoia o evento, idealizado e organizado por Francisco Weyl, cidadão brasileiro formado pela Instituição (2001). As inscrições dos filmes que concorrerão à seleção no IV FICCA, serão realizadas apenas via E-mail, entre os dias 12 de Setembro e 14 de Outubro de 2018. Interessados deverão acessar http://www.ficcafestival.blogspot.com, ler o Regulamento, preencher e enviar a Ficha de Inscrição para  ficcacinema@gmail.com. O certame decorrerá entre os dias 10 e 12 de Dezembro de 2018, no auditório da ESAP, com direito à rodas de conversas com realizadores portugueses, caboverdeanos, e brasileiros. Antes disso, dias 19 e 20 de Novembro, decorre a Mostra Negro FICCA, também, em parceria entre a ESAP e o Cineclube Amazonas Douro, e que exibe filmes de autores negros e/ou de temáticas a partir da arte e da resistência negra, que venceram e/ou ...

#QUILOMBO “Comunidade do América recebe Negro FICCA dia 8 de Dezembro”

A itinerância da Mostra NEGRO FICCA começa nesta sexta-feira (8/12), na comunidade remanescente quilombola do América, em Bragança do Pará. Há três anos, a Associação da comunidade é parceira do FICCA - Festival internacional de Cinema do Caeté. A Mostra Negro FICCA é organizada a partir de filmes de realizadores negros e/ou de temáticas a partir da arte e da resistência negra, e que venceram prêmios e/ou participaram do FICCA. Abertas ao público, com participação e comentários dos realizadores Danilo Gustavo Asp e Francisco Weyl, e Rosilene Cordeiro, a Mostra é uma realização da Casa África-Brasil, em parceria com o FICCA, e Departamento de Antropologia da UFPa. Quatro filmes sobre comunidades e movimentos artísticos e sociais da resistência negra compõem o NEGRO FICCA. Entre estes, o premiado curta “Samba de Cacete: Alvorada Quilombola” (André dos Santos e Artur Arias Dutra – PA, 26 Min, 2016); Equidade Racial (Danilo Gustavo Asp – PA, 33 Min), vencedor do prêmio Juri Popular FI...

#ZUMBI “Mostra de cinema encerra atividades da consciência negra no Quilombo do América”

A Mostra NEGRO FICCA já está agendada para o dia 8 de Dezembro na Comunidade Remanescente de Quilombo do América, em Bragança do Pará.  A Associação da comunidade é parceira do Festival internacional de Cinema do Caeté. Organizada a partir de filmes de realizadores negros e/ou de temáticas a partir da arte e da resistência negra, e que venceram prêmios e/ou participaram do FICCA, a Mostra começa a sua itinerância por Belém (UFPa), dias 29 e 30/11. Abertas ao público, com participação e comentários dos realizadores Danilo Gustavo Asp e Francisco Weyl, e da atriz Rosilene Cordeiro, a Mostra tem data marcada para ocorrer no próximo dia 8 de Dezembro, no Quilombo do América. Realização da Casa África-Brasil, em parceria com o FICCA, e o Departamento de Antropologia da UFPa, a mostra apresenta filmes sobre comunidades quilombolas, movimentos de resistência, e arte negra. O curta “Gapuiando - Identidades e saberes do Rio-Mar de Abaeté” (Francisco Weyl - PA - 26 Min ) abrirá a program...

#CINEMA “Mostra com filmes inéditos revela arte e resistência negra no planeta”

Dez filmes sobre comunidades quilombolas, movimentos de resistência, e arte negra compõem a mostra NEGRO FICCA, em exibição na UFPa. As sessões de cinema e rodas de conversa com realizadores acontecem nesta quarta (29/11) e quinta (30/11), às 16h, com entrada gratuita. O inédito curta “Gapuiando - Identidades e saberes do Rio-Mar de Abaeté” (Francisco Weyl - PA - 26 Min )terá sua ante-estreia na mostra na programação desta terça (29). Pesquisa original de Eliana Campos Pojo, com produção de Lina Gláucia Dantas Elias, e Vivian da Silva Lobato, o documentário tematiza a vida humana atravessada pelas águas, estética e encantamento, no rio-mar de Abaetetuba. E o premiado curta “Samba de Cacete: Alvorada Quilombola” (André dos Santos e Artur Arias Dutra – PA, 26 Min, 2016) que registra manifestação cultural quase desconhecida no Brasil, no quilombo do Igarapé Preto, Oeiras do Pará, também será exibido com a presença do realizador. Equidade Racial (Danilo Gustavo Asp – PA, 33 Min), film...

#CINEMA "Mostra reúne autores negros e temáticas a partir da arte e da resistência negra"

Há mais relações entre Brasil e África do que possa imaginar a nossa vã filosofia. Nas fronteiras entre estes dois “mundos”, observamos diversos e complexos processos, e fenômenos. Desde a Irmandade dos Homens Pretos da Ribeira Grande da Ilha de Santiago (Cabo Verde) até a Irmandade de São Benedito (Bragança). Desde os “rabelados” cabo-verdianos aos povos remanescentes de quilombos amazônidas e paraoaras-caeteuaras.  Desde a ascensão até a queda da política de expansão pombalina em África e Brasil. Desde a fundação da Companhia do Grão Pará e Maranhão (1755) até a “Viradeira” (1778). Com o desaparecimento da documentação brasileira da Companhia, entretanto, perderam-se informações de fins do século XVIII e início do século XIX. Mas ninguém duvida que a mão-de-obra, o conhecimento, e a cultura negra, tiveram importância e influenciaram no desenvolvimento da economia na Região Amazônica. A história da escravidão no Pará, de acordo Vicente Sales (2005), tem a marca da r...