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Mostrando postagens com o rótulo Luto

#LUTO "Comemorar a morte de uma criança é o final da linha da humanidade"

Preferiria nem comentar esta foto, até porque quem já sentiu a dor da perda sabe muito bem o que significa um abraço da família nestes momentos. Preferiria não comentar, mas não consigo me conter a minha vontade de fazê-lo, muito menos segurar a emoção que toma conta de mim quando olho esta imagem. Um velho de 73 anos, detido e condenado, sob acusações, cujas provas não apareceram, tendo prevalecido a Tese do Domínio de Fato, e restado uma série de contradições e negações de direitos ao acusado. Um idoso cujo temor causado nos seus inimigos e algozes fez com que ele se trnrasse um fantasma, e sua força, crescido, em escala mundial, tanto que agora é forte candidato ao Nobel da Paz. Lula retirou o país do mapa da Fome, pagou o FMI, e colocou em prática uma série de direitos com os quais o Brasil ainda não estava acostumado em sua jovem e frágil democracia. Seu maior erro sem dúvida foi ter acreditado num pacto social com as elites e os banqueiros e os especuladores do capita...

#RONALD “O coração de um poeta pulsa mesmo depois de sua morte”

Ronald Junqueiro Fernandes Vieira, faleceu no sábado, 2 de Fevereiro, em Belém do Pará, onde nasceu, a 24 de Setembro de 1952. Ele estava internado no Hospital Amazônia, onde se submeteu a uma cirurgia, em decorrência de problema cardíacos. Velado na Funerária Max Domini, seu corpo foi cremado na tarde deste domingo, 3 de fevereiro. Escritor, compositor, poeta, fotógrafo, e jornalista, Ronald trabalhou anos, como Diretor de jornalismo na empresa O Liberal e no Sebrae, tendo se tornado referência para o jornalismo na Amazônia. Foi parceiro de Vital Lima (entre outras canções, “Sobreviventes”, e “Estado de espírito”, esta, canção do CD “Berlinda - Asas para o fim do mundo”, da trilha sonora que acompanha o romance de mesmo nome). Além de “Berlinda – Asas para o fim do mundo” (publicado pela Pakatatu, Belém, 2013), escreveu o ainda não-publicado “Se Tokyo”. O inédito “Se Tokyo” nasceu a partir da desagradável experiência de ter sido atropelado e estado internado meses num hospital s...

#ADEUS “Morre no Rio de Janeiro o jornalista e produtor cultural José Carlos Gondim"

Acreano de Tarauacá, José Carlos Gondim  não tinha religião e nem partido, mas seu coração batia do lado esquerdo do peito. Era o tipo de pessoa carismática, que ajudava a todos os amigos que encontrava no caminhava, sempre com um sorriso no rosto. Andou no Colégio Estadual Paes de Carvalho (turma de 1957), licenciou-se em Letras – Português/Frances ( Santo Antônio de Pádua), e em Jornalismo, pela - Universidade Federal Fluminense – UFF (2014). Atuou na Revista Cadernos do Terceiro Mundo, no Rio de Janeiro, na década de 1980, e passou longos anos como coordenador de produção, na TV Cultura do Pará, a partir da década de 1990. Jornalista aposentado, continuou trabalhando como free-lancer,  produzindo na área de comunicação social (jornalismo, vídeo, cinema, tv). Nasceu à 28 de outubro de 1942, e faleceu nesta sexta-feira, 17 de janeiro de 2019, deixando consternados uma legião de pessoas com as quais conviveu. Sou testemunho da sua bondade e generosidade, tendo sido por e...