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#CRÍTICA “O Coletivo se auto-estrutura e se auto-regula no próprio Caos” © Carpinteiro de Poesia

Apenas as ações apaixonadas prevalecem no Coletivo. O Coletivo não é um partido, não tem generais, e nem soldados. O Coletivo não é uma família moral que se deva proteger de forma institucional. O Coletivo pode se auto-destruir mas não pode perseguir os seus indivíduos, aqui entendidos como todos aqueles que fazem parte do Coletivo, porque é para estes indivíduos que o Coletivo existe. O Coletivo é formado de indivíduos, logo, o Coletivo tem carne e sangue. O Coletivo é formado de indivíduos cujo individualismo é colocado ao serviço do Coletivo, mas o Coletivo não é democrático nem justo. Todos são responsáveis pelas suas ações, as quais devem ser realizadas, se desejadas. Ele é a medida certa de uma luta pelo Poder. No interior do Coletivo, as forças visceralmente catastróficas devem ser assumidas, logo, o Coletivo não é falso consigo próprio. Estas forças catastróficas são o limite do Coletivo, que tanto pode se auto-destruir quanto surgir a qualquer momento e...

#ÁFRICA “O cinema e a cultura negra por Carlos Sá Nogueira Borges”

O jornalista e mestre em Ciências da Comunicação – Especialidade em Informação e Jornalismo,  e cidadão africano de Cabo Verde, Carlos Alberto Sá Nogueira Borges, 50 anos, participou ano passado da II edição do FICCA, na condição de jurado, tendo se deslocado com apoio do Governo de seu país, que mais uma vez, através do Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas, irá nos proporcionar a sua visita a Bragança para participar do festival e dos intercâmbios com as expressões de linguagens artísticas que envolvem o certame. Carlos concedeu entrevista exclusiva ao jornalista Francisco Weyl, editor/diretor do Jornal TRIBUNA DO SALGADO, na qual falou sobre o cinema africano, particularmente o de Cabo Verde, que aliás este ano é homenageado pelo festival, e também sobre a sua  experiência de participação no FICCA 1.    Qual a relevância do III FICCA homenagear o cinema africano, particularmente o produzido em Cabo Verde, nesse caso, pela via do realizador Júlio Si...

#FICCA "O que você sempre quis saber mas nunca teve coragem de perguntar"

O Festival Internacional de Cinema do Caeté – FICCA, iniciativa sem fins comerciais do Jornal TRIBUNA DO SALGADO, que se realiza pela terceira vez este ano. BRAGANÇA, 8, 9, 10/12 Entre 8 e 10 de Dezembro de 2015, o FICCA se torna em espaço democrático de debate sobre sociedade e cultura, e de enfrentamento do paradigma dominante da indústria cultural e das políticas públicas que não chegam nas comunidade periféricas. PRÊMIOS O III FICCA reconhecerá com prêmios filmes nacionais e estrangeiros , independentemente do formato de captação e do tempo de duração da obra, e mediante critérios de ordem artística, estética, poética, pedagógica, política, e social, nas seguintes categorias: Grande Prêmio do JURI (Concedido pela Comissão Oficial de Juris pela sua qualidade estética, técnica, artística e política, em geral); Prêmio do Juri Popular (Critério livre, concedido a partir de votação popular); Prêmio Imagem-Tempo (abrange as categ...