Vozes que
ninguém ouve, pessoas que ninguém olha, lugares que ninguém vai.
São estes
cenários, ambientes, e personagens que se tornam protagonistas do FESTIVAL
INTERNACIONAL DE CINEMA DO CAETÉ – FICCA.
Apesar de
invisibilizados pela dinâmica do capitalismo, são revelados pelas
cinematografias que compõem o festival.
O FICCA abre
janelas para as realidades de comunidades periféricas, quilombolas, indígenas.
E também
para o debate sobre direitos humanos, questões étnicas, de gênero, e
religiosas.
Em três
dias, o IV FICCA projetou 21 filmes (foram 60 inscritos), realizou 4
MasterClasses artísticas, e cinco sessões internacionais.
O festival
encerra na tarde desta quarta (12/12), com transmissão em directo para redes
sociais.
© FICCA

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