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Escola bragantina ganha prêmio de vídeo

Bragança desponta na vanguarda do vídeo em sala de aula e acaba de faturar mais um prêmio para a Região. Dessa vez, a escola Yolanda Chaves conquistou o Concurso de Vídeo do Dia do Pacto pela Educação na Escola de 2013. O vídeo pode ser visto no Youtube (https://www.youtube.com/w atch?v=CLY98Wt3aOE). A premiação garante a escola uma filmadora e um vídeo editado com os melhores momentos de cada uma das produções vencedoras. Também disponível no link https://www.youtube.com/watch?v=pt-ylX_oqVo&feature=youtu.be , a compilação, aliás, foi produzida em casa pelos estudantes do Projeto Aluno Repórter, com apoio do Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE) da Seduc de Bragança, sob a coordenação do Professor e Radialista Beto Amorim, que conduz, diariamente, na Rádio Educadora, o programa “Tô na Rede”. 2ºª colocada do último Prêmio Gestão Escolar 2013, a escola saiu do último para o primeiro lugar do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Além disso, a equipe conta ainda c...

Filmes do FICCA vão passar na Educadora

Parceria entre o Festival Internacional de Cinema do Caeté – FICCA e o projeto Aluno Repórter vai abrir janela na TV Educadora para os filmes que entrarão em concurso no festival. Os filmes serão exibidos no âmbito do programa de TV do projeto, que forma dezenas de jovens na região para atuar no campo da comunicação e do audiovisual. O coordenador do projeto Aluno Repórter, professor e radialista Beto Amorim (foto), que faz o programa Tá na Rede, já deu sinal verde a organização do FICCA para começar a produção dos quadros do programa. O programa será dividido em dois momentos, sendo um de natureza teórica, com quadros em que o (a) apresentador (a) fala sobre história e teoria do cinema, e outro de entretenimento, com a exibição dos filmes. Parceiros de longas datas, Beto e Francisco atuaram juntos em diversos momentos do projeto Aluno Repórter, via oficinas de formação audiovisual que resultaram inclusive na produção e rodagem e curtas-metragens temáticos sobre Bragança. A ideia agor...

Lua Minguante reúne poetas bragantinos

Janelas e portas abertas para a poesia nesta sexta, dia 15 de agosto, em Bragança. Na noite desse dia, haverá o Primeiro Sarau da Lua Minguante, na sede do Jornal #TRIBUNADOSALGADO. O Sarau terá a presença de jovens poetas bragantinos, com direito à leitura de poemas próprios e de outros autores, cujos livros ficarão à disposição do público presente interessado na leitura e na escuta de poemas. Além disso, haverá varais poéticos e fotográficos, DJ Vinil, Cineclube e diálogos sobre arte e política, projeções de filmes e fotos e música eletrônica. A entrada é franca e os interessados em participar têm que levar suas obras impressas para dependurar nos varais poéticos e imagéticos que serão armados dentro e fora da sede da Tribuna do Salgado. Entre os poetas convidados estão: Waldeir Oliveira, Edson Coelho, Cristiana Chaves, Diego Wayne,Ivaneson Silva, Frank Araujo, e Carpinteiro de Poesia‪, diretor e editor do Jornal que promove este Primeiro Sarau da Lua Cheia. Uma das p...

Ajuruteua se penteia para o caboclo passar

Eua é uma terminação de origem tupi que significa muito. Assim sendo, Ajuruteua é uma expressão que significa terra de muitos ajurus. Há demasiados pés desta frutinha de cor vermelha clara numa das praias mais procuradas por paraenses e turistas , principalmente nesta época de julho. Há também muitas histórias e estórias de amores por sobre asdunas onde florescem estas frutas. Ajuruteua é isso. A Ilha fica há 36 quilômetros de Bragança, distante cerca de 200 quilômetros de Belém. A viagem em média dura duas horas e meia de Belém a Bragança (BR 316). E cerca de trinta minutos de Bragança a Ajuruteua (PA 458). E o percurso tem paisagens majestosas, com direito a garças, guarás, pica-paus, urubus-rei, além de “verdadeiros” oásis formados pela acumulação das águas marinhas ao largo da rodovia que corta o mangue. Mas, cuidado com os caranguejos na pista, porque, no período do “suatá”, eles saem dos manguezais para namorar. E recomenda-se também cuidado com os canais e as marés para não ...

Os tesouros históricos do Mestre Romão

Só existem duas coisas no mundo para vencer as dificuldades, o estudo e o trabalho. Com este conselho do pai, Romão Vieira de Sousa, 84 anos, construiu um exemplo de amor a terra Bragança. Nascido em Patalinho no dia 18 novembro de 1930, este bragantino que mora no número 100 da Travessa Aluísio Ferreira, bairro do Perpétuo Socorro, mesmo afastado da escola por questões de necessidades pessoais, jamais abandonou o seu interesse pela leitura, tornando-se por insistência própria numa espécie de pesquisador autodidata. “A professora disse que eu tinha vocação, já o meu pai disse: tu não vais para o estudo, mas vai para o trabalho, eu não gostei, mas não respondi, então papai me mandou tomar de conta dos gados, das roças e das canoas, e eu fui, trabalhei duro, na pesca e na agricultura”, afirma. Casado com Dona Almerinda Barbosa Vieira, 80 anos, com quem teve dezessete filhos, Mestre Romão foi delegado sindical rural durante dezoito anos, atuou como Comissário de polícia por dezesseis, a...

Cachaça, a paixão nacional de Bragança

As culturas tradicionais nos ensinam a respeitar aos mais velhos porque eles são os guardiões do conhecimento e tem muitas histórias para contar além e diversos ensinamentos para passar as novas gerações. Assim são processados muitos ciclos culturais artesanais e a cachaça, feita a partir da cana de açúcar, segue este mesmo traçado milenar, com os segredos sendo narrados normalmente de forma oral de pai para filhos. Assim sendo, fazer cachaça de qualidade e de forma artesanal é quase que uma missão épica. Ainda mais num município carente como Bragança que há muito abandonou a cultura da cachaça. Mas, na contramão das adversidades, uma família do bairro Perpétuo Socorro produz um excelente produto, desde o plantio, a colheita, a moagem, a fermentação, a destilação, o envelhecimento, o engarrafamento, a distribuição e a venda. É, Bragança já produziu cana-de-açúcar, mas as políticas econômicas mudaram e com elas os ciclos e as culturas agrárias. Quem persistiu, acabou desistindo pel...

Onze anos de estrada

A história da música em Bragança começou a mudar há exatos onze anos. De lá para cá, mais de mil e seiscentos jovens receberam formação musical pelo Instituto de Artes Aurimar Monteiro de Araújo, Instituto AMA / Amazonart Internacional, que atua na promoção e difusão e formação cidadã de crianças, adolescentes e jovens através da música. As atividades do Amazonart atualmente são realizadas na Maçonaria, bairro da Aldeia, onde dezenas de crianças aprendem a tocar instrumentos, inclusive, com professores estrangeiros, que se tornam voluntários do Amazonart. Mas os alunos não veem a hora de voltar para a sede própria, que, desde maio, está em reforma, na Avenida Nazeazeno Ferreira (a conclusão da obra está prevista para agosto). O coordenador do Amazonart é o agitador cultural Aurimar Araújo (foto). Ele garantiu nas redes sociais que Bragança vai ganhar um local extraordinário para o ensino e aprendizado de cultura artística popular e erudita, totalmente equipado e buscando...