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#PROJETO “Sociedade quer saber como será o novo prédio onde funcionava o Consulado Português em Bragança do Pará”

Graças a omissão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) que se retarda em tomar providências, e em consequência do descaso de setores públicos e privados, e da omissão dos gestores e dos representantes parlamentares que sempre utilizam o discurso da defesa do patrimônio em suas plataformas, um a um, vão desaparecendo os prédios históricos do Município de Bragança do Pará. Com suas estruturas condenadas por Laudo Técnico do Corpo de Bombeiros, o Palacete Augusto Correa foi interditado em 1979, mas, apesar dos riscos, o histórico prédio sobreviveu por cerca de 30 anos, com anúncios de projetos de recuperação que jamais saíram do papel, ou seja, o prédio não resistiu ao tempo e caiu, deixando soterrada parte da História do Município de Bragança. No caso do antigo prédio do Consulado Porrtuguês, desde 2012, que o Ministério Público recomendara aos empresários, João Augusto Santa Brígida Soares, e Augusto José Santa Brígida Soares, que tomasse providências...

#EDUCAÇÃO “Uma gestão de escândalos, crises, e desabamentos, marcou a Educação em Bragança do Pará”

O professor Luís Augusto Santa Brígida Soares tinha tudo para fazer uma boa gestão na área da Educação, em Bragança do Pará, mas desperdiçou esta chance. Um escândalo de grandes proporções na sua gestão foram os áudios divulgados em redes sociais, atribuídos ao secretário executivo de gabinete do prefeito Raimundo Oliveira, Tiago Santos Costa. Nos áudios, Tiago solicitava aos vereadores urgência na indicação de nomes que seriam   encaminhados ao Programa “Mais Educação”, do Governo Federal. Sua gestão também esvaziou as “Salas de Leituras” e as “Salas Multifuncionais”, que eram programas nacionais do Ministério da Educação desenvolvidos no Município. E remanejou os professores lotados nas salas de leitura, na disciplina informática educativa, e nas salas de recursos multifuncionais, que, aliás, perderam cerca de 25% do salário. Dezenas de denúncias relacionadas ao transporte escolar dos estudantes bragantinos foram feitas pelo Conselheiro Tutelar Michel Nóbrega. E, ...

#CINEMA "Doc sobre Memorial da Cabanagem tem finalização coletiva na Marambaia"

O Cineclube Pico de Jaca e o Centro Comunitário Tiradentes - CCT, promovem o “Mutirão de Montagem do nosso Monumento”, onde será finalizado um documentário que vem sendo construído através de oficinas de caráter pedagógico e de compartilhamento crítico sobre o monumento Memorial da Cabanagem. A quinta e última oficina desta obra de criação coletiva que tem sido realizada há três anos e envolve cerca de trinta pessoas ocorrerá na sede do CCT, bairro da Marambaia, de seis a dez de Agosto, a partir das nove até às treze horas. Durante o mutirão haverá compartilhamento de saberes sobre edição cinematográfica e planejamento de ações de intervenção pública. A comunidade interessada se reunirá ao redor do filme para finalizá-lo, e pensar no ato de sua primeira aparição, prevista para o dia 15 de agosto, “Dia da Adesão do Pará à Independência”. “A data é simbólica para se pensar as liberdades e opressões que formam e deformam o território amazônico”, afirma Mateus Moura, que coordena ...

#CICLO “Viúva Negra Bar fecha portas no dia do aniversário de Bragança do Pará”

Três anos após a sua fundação, o Viúva Negra Bar encerra suas atividades na noite deste domingo, 8 de Julho de 2018, exatamente na data do aniversário de Bragança do Pará, 405 Anos. O espaço foi refúgio de muitas comunidades abertas, principalmente LGBTs. E abrigou dezenas de shows e festas, alternativos, do rock ao carimbo, do funk ao carnaval. O bar funcionou em dois locais, no bairro da Aldeia, próximo a UFPa, durante cerca de um ano, mudando-se depois para a Orla, onde funcionou até a data de hoje, 8 de julho de 2018. A mudança tornou-se necessária por causa do crescimento do movimento gerado pelo bar que não se limitou a vender cervejas e fazer festas. Além do entretenimento, a questão política também caracterizou o “Viúva Negra”, que pautou diversos debates e recebeu muitas ações culturais. O próprio Festival Internacional de Cinema do Caeté – FICCA desenvolveu ações no bar. Além do FICCA, diversos professores e criadores culturais promoveram cenas no Viúva, entre...

#RONY "A preguiçosa história do macunaímico Capitão Açaí"

CAPITÃO AÇAÍ é um anti-herói macunaímico criado pelo cartunista Ronaldo Rony, paraense radicado em Macapá, Amapá, e que retornou ás suas origens, na Marambaia, bairro periférico, para lançar o Fanzine deste personagem cujos poderes advém de uma cuia de açaí, entretanto,ao contrário de salvar as vítimas, ele sente preguiça e deixa os algozes escaparem. Rodado em 2014, mas montado em 2018, este documentário do Realizador Francisco Weyl (autodenominado Carpinteiro de Ogum) revela a afetividade de um grupo de amigos que faz cultura e resistência popular em uma encontro numa noite por eles considerada histórica e nirvânica.

MANIFESTO PELO CUSTO PERIFÉRICO

A Arte não é um espelho para refletir o Mundo, mas um martelo para forjá-lo. (Vladimir Maiakovski) Nós, artistas, produtores, técnicos, professores, pesquisadores, trabalhadores e amantes das artes e das culturas amazônidas e paraoaras, vivemos, trabalhamos e produzimos nas periferias, somos vitimas constante da ação violenta da policia. Aqui o buraco é mais em baixo, a polícia mata!   Nesse sentido, denunciamos a politica de extermínio da juventude da periferia de Belém pela Policia do Estado, e em especial a Negra, razão pela qual entendemos que além de gritar Fora Paulo Chaves, é necessário clamar por politicas culturais para a juventude da periferia. Exigimos uma politica cultural inclusiva para que possamos nos expressar perante o mundo e desta forma nos realizar enquanto seres: que as vozes irmanadas gritem por teatros, salas de cinema, espaços de multiuso, cursos profissionalizantes, editais específicos. Na PERIFERIA. (...) Um movimento de artistas nã...

#GAPUIANDO "Identidades e saberes no Rio-Mar de Abaeté"

Realizado por Francisco Weyl, no âmbito da pesquisa da professora Eliana Campos Pojo (UFPa), que produziu a obra, juntamente com Lina Gláucia Dantas Elias, e Vivian da Silva Lobato, este documentário navega o rio-mar de Abaeté, cidade das mulheres e dos homens fortes, onde a vida atravessa e é atravessada pelas águas. E o rio-signo cultural dissemina e exerce uma prática social no trabalho, no lazer, no movimento das embarcações, e de seus rios, furos e igarapés. Pela sua estética e encantamento, no ir e vir das pessoas, o rio-mar de Abaeté expressa beleza, fronteira, território, e saberes dos povos das águas.