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#CARIMBÓ "Cobra Venenosa marca presença no Encontro da Diversidade – FICCA"


O Cobra Venenosa | Carimbó & Poesia é um grupo com inspiração no tradicional Carimbó pau e corda, que bebe na fonte da poesia e mescla contestação social  à tradicional poética do carimbó.
Com pouco tempo de estrada, começou seus ensaios em maio deste ano de 2016, já se apresentou em diversos espaços culturais do Estado do Prá, de forma colaborativa.
Os artistas do grupo se autoafirmam independentes, e participam de ações de cunho socioeducativo, artístico e cultural, em parceria com escolas públicas, organizações não governamentais, centros comunitários.
Capitaneados pela SubVersiva Produção Cultural Independente, o trabalho do Cobra Venenosa Carimbó & Poesia surgiu, de acordo com a jornalista Priscila Duque, com intuito de articular/promover/somar ações e propor cenas artísticas e culturais, envolvendo as diversas linguagens e artistas que ocupam por opção política ou são colocados às margens da elite cultural e artística tradicional, ofuscados ou renegados pelo monopólio hegemônico da arte e da cultura.
Além das primeiras experiências nos palcos de casas culturais, teatro e bares, o grupo desenvolve ações desde janeiro de 2016 principalmente em Icoaraci (Belém-PA), além de percorrer outros bairros da capital paraense e municípios do interior do estado.
A ideia do grupo é fortalecer a cena da cultura popular e do carimbó, dialogando com o público de forma reflexiva e crítica, por isso também faz intervenções em locais como praças, ônibus, ruas.
Apesar de ter seus membros fixos, o Cobra Venenosa | Carimbó & Poesia incorpora e soma com outros artistas e grupos em sua caminhada entre batuques.
E por isso mesmo eles participam da FESTA DA DIVERSIDADE MUSICIAL, que encerra o III FICCA, no Vacaria Club, dia 10 de dezembro de 2016.
Inspiração - O nome do grupo surgiu a partir da música “O carimbo não morreu” - do disco “A volta do carimbó”, de 1994, do Mestre Verequete, no qual ele responde aos rumores de que seu carimbo havia “morrido” e se assume “cobra venenosa osso duro de roer” -, associado à ideia de um carimbó jovem urbano, porém pau e corda como o tradicional, embebido de rimas críticas e de questionamento social, seu veneno e antídoto.
O nome também faz referência à característica selvagem da Amazônia, repleta de encantos e lendas, mas com metrópoles tão assoladas por contradições da modernidade quanto em qualquer outra região do país. O Cobra Venenosa | Carimbó & Poesia nasce na capital, Belém (PA), mais precisamente no distrito de Icoaraci, mas carrega essa natureza selvagem, que canta e batuca seu imaginário místico e bucólico, mas também suas dores e contradições urbanas.
Formação - O Cobra Venenosa | Carimbó & Poesia é da mais nova safra de carimbó da Vila Sorriso, grupo formado por Priscila Duque, Jornalista Multimídia, Mestre em Sociologia e Produtora Cultural Independente, nas maracas e voz; Hugo Caetano, estudante de História e Poeta, voz e banjo; Melk Moraes, professor de Geografia e também Poeta, voz e curimbó; além de Flávio Gama, músico percussionista e artesão, e Antônia Conceição, também nas maracas, ambos com vasto histórico no desenvolvimento de projetos da cultura popular, tendo passagem pelo Curimbó de Bolso e projeto Pará Caribe.



FICCA


Realizado através do Jornal “TRIBUNA DO SALGADO”, o #FICCA -  - Festival Internacional de Cinema do Caeté, se constitui num espaço democrático de debate sobre sociedade e cultura, onde a relação hierárquica é substituída pela construção colaborativa do conhecimento, a partir da troca de olhares, experiências e perspectivas que estimulam o interesse da comunidade na arte e na participação social.

Inscrições, informações
Até o dia 30 de NOVEMBRO estarão abertas as inscrições para participar das atividades do III FICCA e da 1ª Feira Bragantina do Livro.
As inscrições serão realizadas pelo EMAIL ficcacinema@gmail,com
Maiores informações podem ser obtidas pelo TELEFONE (91) 988212419

Minicursos e Rodas de Conversas
Além das mostras competitivas, o #FICCA organizará diálogos temáticos, rodas de conversas, minicursos.

Homenagens
Este ano, o FICCA vai homenagear o cinema africano, particularmente o cinema de Cabo Verde, com a exposição sobre as obras dos realizadores Júlio Silvão (Cabo Verde), e João Sodré (Portugal), convidados do festival.

Parceiros
Instituto Federal de Educação do Pará – Campus Bragança; Academia de Letras do Brasil – Seccional Bragança; Programa Tô na Rede/Projeto Aluno Repórter; com apoio do Aruans Casarão, Palace Hotel, Hotel Alternativo; Gráficas Grafipel e São João Batista; Vacaria Club; Pastoral da Juventude; Coletivo Bora; Conjunto Minha Casa, Minha Vida, Escola Rio Caeté; Associação Nacional de Cinema e Audiovisual de Cabo Verde / Concelho Nacional dos Cineclubds Brasileiros – CNC / Federação Paraense de Cineclubes – PARACINE / Subversiva  Produtora Cultural / Central de Produção

COBRA VENENOSA

Para saber mais sobre o trabalho do coletivo na produção cultural independente e com o Cobra Venenosa | Carimbó & Poesia, acesse nossa página do Facebook https://www.facebook.com/subversivaprodutoracultural/?fref=ts
Confira o vídeo da participação do Cobra Venenosa | Carimbó & Poesia no Ato de Comemoração aos 2 anos de Carimbó Patrimônio Cultural Brasileiro, promovido pela Campanha Carimbó Patrimônio, na praça do Centur, no dia 11 de setembro de 2016 https://www.youtube.com/watch?v=u1xRdsBWjPM
Carimbó no farol das Ruínas do Alemão - SubVersiva no Paraíso https://www.youtube.com/watch?v=paM81F0x6Xw
Participação Cobra Venenosa | Carimbó & Poesia no Grito dos Excluídos 2016 – 7 de setembro https://www.youtube.com/watch?v=IqwAS8cwArk


Fonte © #TRIBUNADOSALGADO (Com informações de Priscila Duque)

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